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Textos de investigação/reflexão sobre língua portuguesa.
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«Usar palavras positivas», «ser mais assertivo», «comunicar com cortesia», «falar menos, ouvir mais» e «falar e escrever sem erros» – recomenda, para um melhor relacionamento, Sandra Duarte Tavares, neste texto  publicada na edição digital da revista Visão do dia 13 de janeiro p.p.

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Reabitar, reabituar, reaprender, reconstruir, recuperar, redizer, reemendar, refazer, reforçar, reintegrar, relançar, remanusear, remoçar, renegar, reparar, repassar, requentar, resguardar, ressaltar, ressentir, ressurgir, restaurar, restituir, retardar, retrair, rever, revisitar, revolver – verbos que pressupõem a repetição e convocam uma multitude sentimentos. É o caso do «belo verbo rezumbir, que fala de uma coisa (…) inesperada: o ruído que se faz a voar» – escreve o autor neste texto publicado na Revista do semanário “Expresso” de 6 de janeiro de 2018.

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A curiosa e inquietante última frase escrita por Fernando Pessoa (Lisboa, 13/06/1888 — Lisboa, 30/11/1935)

A 19 de novembro de 1935, Fernando Pessoa, já muito debilitado, escreve o seu último poema na língua materna: «Há doenças piores que as doenças.» Mas é em inglês que redige a última frase, dez dias depois. O que terá levado a fazê-lo é o que permanecerá irrespondível e a causar alguma estranheza – como escreve neste texto a professora Maria Eugénia Alves, assinalando os 82 anos do falecimento do maior poeta português do século XX.

 

* Em português: «Não sei o que o amanhã trará

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«(…) Só penso como estas expressões serão entendidas por uma boa fatia da sociedade portuguesa, envelhecida, analfabeta, muitas vezes, aldeãos esquecidos numa província cada vez mais longínqua das grandes cidades litorais onde a “civilização” acontece com halloweens, blackFridays/weeks, marginalizando, criando fossos, insistindo num progresso que ignora continuamente a sua língua materna e promove um país a duas velocidades. (…)»

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Nesta sua crónica publicada na edição digital da revista Visão de 1/11/207, Sandra Duarte Tavares escreve sobre comunicação empática e cortesia linguística. Texto na íntegra a seguir, com a devida vénia.

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«A estética da palavra é uma mistura quase sinestésica do som, da textura silábica, do bom casamento (ou não) entre vogais e consoantes, da macieza (ou falta dela), da cor que, por vezes, lhe associo», escreve o autor nesta crónica que se transcreve a seguir do jornal “Público” do dia 16/11/2017, em que enumera as «10 palavras mais feias que por aí andam [no espaço mediático português] de braço dado com modismos ou encavalitadas em posologia tecnocrática.»

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«Afinal que estilo é esse da «comunicação assertiva», tão na moda no contexto empresarial?» é o que resume este texto de Sandra Duarte Tavares, publicado na edição digital da revista Visão do dia 20 de outubro de 2017.

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«A língua portuguesa é um terreno fácil para erros ortográficos. São esses os que mais se notam, mas não são os únicos que os portugueses cometem com facilidade.» Os mais comuns é o que se aponta neste artigo da jornalista Carolina Reis, publicado na Revista do semanário "Expresso" do dia 14 de outubro de 2017.»

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Ignorar totalmente a língua portuguesa numa conferência internacional realizada em Lisboa – «precisamente precisamente na altura em que o primeiro-ministro António Costa, reivindica o reconhecimento do português como língua oficial na ONU» – não fez sentido nenhum, como assinala a correspondente da Rádio France Internacional, em Lisboa, Marie-Line Darcy, em artigo publicado no "Diário de Notícias" de 12/10/2917

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Cinco pressupostos simples para candidatura de um emprego resumidas neste texto da linguista Sandra Duarte Tavares, dado à estampa na revista Visão (edição digital) do dia 22 de setembro de 2017.