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Textos de investigação/reflexão sobre língua portuguesa.
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Cinco pressupostos simples para  candidatura de  um emprego resumidas neste texto da linguista Sandra Duarte Tavares, dado à estampa na revista Visão (edição digital) do dia 22 de setembro de 2017. 

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Sobre a palavra calendário e as suas muitas aceções – «calendário lunar», «calendário solar», «calendário gregoriano», «calendário escolar», «calendário eleitoral», «calendário desportivo»... –, nesta crónica da jornalista Rita Pimenta, no jornal Público de 17/09/2017.

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«Eu tinha acabado de assumir o consultório gramatical do finado Jornal do Brasil, em 2002 – conta o escritor, jornalista e crítico literário brasileiro Sérgio Rodrigues, nesta crónica que se transcreve, com a devida vénia, do jornal Folha de S. Paulo, de 7/09/2017 –, quando Millôr Fernandes me lançou de sua coluna vizinha esta casca de banana: «Existe mesmo a tal em português do Brasil, ou é apenas uma macaquice do português de Portugal?»

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Check in e check outDuty free, handling, hub, jet-lag ou stopover são alguns dos 11 termos e expressões em inglês mais recorrentes na terminologia das viagens aéreas, tanto em Portugal como em Espanha, nestes tempos de crescimento exponencial de turistas estrangeiros e dos dois países ibéricos. A verdade é que qualquer desses anglicismos tem equivalência no português e no castelhano.

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Princípio básico: «Cada um de nós tem uma maneira única de escrever»

«Rui Sousa-Silva, professor auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, foi o primeiro linguista forense [em Portugal] com luz verde para analisar casos em investigação pelo Gabinete Cibercrime da Procuradoria-Geral da República (PGR). Pediu para colaborar com a instituição, no âmbito de um estudo que estava a desenvolver. E a PGR aceitou. Até que ponto podia esta disciplina ser valiosa? (...)»

* título e subtítulos da responsabilidade editorial do Ciberdúvidas, extraídos do artigo “Linguística forense: ‘Cada um de nós tem uma maneira única de escrever’”, publicado no jornal “Público” de 31/07/2017, que a seguir se se transcreve na íntegra, com a devida vénia.  Texto escrito conforme a norma seguida por este diário português, anterior ao Acordo Ortográfico.

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«Aquilo que falamos ou escrevemos diz muito sobre nós. Diz mais sobre nós do que podemos imaginar!» – lembra a autora, nesta crónica que se transcreve, com a devida vénia, da revista Visão, do dia 28 de julho de 2017. Nela são apontados 10 erros linguísticos que, do seu ponto de vista, podem manchar a imagem pessoal profissional de quem os cometa.

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«Está comprovado que o vocabulário médio de um falante do português diminuiu drasticamente ao longo das últimas décadas.Temos cerca de 110 000 palavras dicionarizadas, sem falar nas locuções, e o português básico está reduzido a menos de 1000 vocábulos.»

[crónica de Isabel Rio Novo, transcrita na íntegra, com a devida vénia, do blogue Escritores.online, com data de 23 de junho de 2017. Título da responsabilidade  editorial do Ciberdúvidas.]

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Estada e estadia tem significados distintos e assim o atestam os principais dicionários, brasileiros e portugueses* – embora o seu emprego indistinto tenha diluído a diferença semântica de uma e de outra palavra**. Um uso que em nada legitima essa impropriedade – argumenta neste texto a autora, historiando a etimologia de cada uma delas e as suas abonações mais antigas, dicionarísticas e literárias.

* Por exemplo, o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa, o Grande Dicionário da Língua Portuguesa, da Porto Editora, e o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa.

** Estada ou estadia

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O filósofo Fernando Belo, professor jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, fez-nos chegar as seguintes questões acerca dos verbos ser e ir:

«Como é que se explica que estes dois verbos, em português como [...] em castelhano, pelo menos (em italiano não existe ire), tenham esta forma comum em pretéritos e conjuntivos, sendo que ela só existe em latim em esse, e não em ire? O meu interesse é de filósofo: como compreender que um verbo que indica essência e substância tenha tido uma influência sobre um outro que indica movimento? Fascina-me que uma forma verbal correlacione ser e movimento (em grego, o ser – phusis – é sobretudo o dos vivos, que se movem, crescem, etc). É possível explicar o fenómeno linguístico?»

Em resposta, o latinista e tradutor Gonçalo Neves lançou-se numa uma pesquisa etimológica donde resultaram os apontamentos que se seguem sobre este curioso caso histórico de parcial convergência morfológica de dois verbos semanticamente diferentes.

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Como comunicar com adequação e a eficácia q.b., seja na forma escrita ou oral? Quais os mecanismos da língua e as suas marcas mais expressivas para se "tocar" quem nos dirigimos? Sandra Duarte Tavares enuncia alguns conselhos em texto dado à estampa na versão digital da revista Visão do dia 6 p.p., reproduzido na íntegra a seguir, com a devida vénia.