O nosso idioma - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Textos de investigação/reflexão sobre língua portuguesa.
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«Está maldisposto? Tem a cabeça leve, o estômago em sobressalto? Alguma coisa foi.» Na sua crónica, Miguel Esteves Cardoso guia-nos por entre a utilização  da expressão «alguma coisa foi», mostrando como esta funciona como explicação para os mais diversos acontecimentos. 

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Os bordões e a intermitência discursiva

Os bordões linguísticos são frequentes na oralidade. Apoiam o discurso e o orador em momentos de hesitação, reformulação e até esquecimento. Neste apontamento, a professora e linguista Carla Marques mostra como é importante tomar consciência das bengalas linguísticas para que a comunicação possa ser mais eficaz. 

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A lenta evolução das palavras acontece de forma discreta mas efetiva, como nos explica Marcos Neves no seu artigo.Por vezes, é necessário observar a percurso da palavra ao longo de séculos para identificar os processos de erosão, alteração, supressão ou inserção que vão tendo lugar, operados pelos falantes de forma natural e inconsciente. O autor convida-nos a refletir sobre a história das palavras, seguindo de perto a evolução das palavras paifilho, desde o proto-indo-europeu às línguas atuais, no sentido de mapear não só a mudança fonológica como também a semântica (inclusive a mais embaraçosa).

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A situação do português entre falantes africanos e timorenses

Trabalho saído no Público, na edição de 8/11/2018, e assinado pelo jornalista Nuno Pacheco, sobre o IV Congresso de Cooperação e Educação, realizado em Lisboa em 8 e 9/11/2018.

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A questão da língua inclusiva, o papel da Real Academia Espanhola e outros assuntos

O jornal El Mundo entrevistou Salvador Gutiérrez Ordóñez, linguista, responsável pela secção "Español al día" da Real Academia Espanhola e membro do Conselho para a Fundação do Espanhol Urgente (Fundéu BBVA), numa conversa que abordou a questão da língua inclusiva, o papel da Real Academia Espanhola, a língua na educação e na política, entre outros assuntos.

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Conversas de meter os pés pelas mãos

O verbo meter integra as conversas quotidianas, sendo usado com uma pluralidade de sentidos que exige de quem ouve um esforço interpretativo acrescido. A professora Carla Marques convida-nos a esse esforço, "ouvindo" algumas conversas de café.

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As origens do anglicismo Halloween

«[...] [A] designação “Halloween” é mais popular entre nós do que “Dia das Bruxas” (uma pesquisa ao Google em português retorna mais de um bilhão de ocorrências da primeira contra 1,14 milhão da segunda). Mas de onde veio essa denominação?[...]» É a questão formulada pelo linguista brasileiro Aldo Bizzocchi num texto de sua autoria, publicado em 30/10/2018, no blogue Diário de um Linguista, em que se sondam as origens das comemorações do dia 1 de novembro.

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Guia para um adjetivo da moda

A palavra incontornável está na moda e serve para caracterizar todo o tipo de realidades. Arrisca, assim, um esvaziamento semântico, tal a diversidade de significados que vai servindo. Carla Marques propõe uma reflexão em busca dos "novos" sentidos que a palavra vai adquirindo. 

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(mas não digam a ninguém)

Os palavrões «são armas mentais», defende o tradutor e professor universitário português Marco Neves. Neste artigo que escreveu no seu blogue Certas Palavras, no dia 3/01/2016, demonstra que estas palavras existem desde sempre e estão presentes em todas as sociedades, veiculando carga emocional. 

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O advérbio não ganhou recentemente novas conotações quando se associou ao pronome ele no Brasil. Mostra-nos a realidade que a expressão «#Elenão, mais do que uma inovação lexical, sintática ou semântica, é uma intromissão do social na língua, pedindo ajuda para a verbalização de um grito urgente.»