A palavra comummente utilizada para definir alguém que se carateriza pela astúcia e vontade de não olhar a meios para conseguir o que se pretende é maquiavélico. Neste apontamento, a consultora Inês Gama aborda a origem deste adjetivo.
A palavra comummente utilizada para definir alguém que se carateriza pela astúcia e vontade de não olhar a meios para conseguir o que se pretende é maquiavélico. Neste apontamento, a consultora Inês Gama aborda a origem deste adjetivo.
O início de agosto tem sido marcado por termos frequentemente utilizados no âmbito desportivo, uma vez que decorre em Paris mais uma edição dos Jogos Olímpicos de verão. Neste sentido, a consultora Inês Gama passa em revista alguns dos termos do campo do desporto utilizados por estes dias.
Qual a melhor forma de nos referirmos, em português, ao fenómeno spoofing, termo do crime cibernético que se refere à falsificação de identidade para obter informações. A esta questão, considerando a globalização do mesmo e a importância de se manter a precisão do conceito, responde a consultora Sara Mourato, num texto que aborda a possível tradução do termo da técnica fraudulenta capaz de burlar os mais distraídos.
Em termos políticos, este ano tem sido agitado, muito por conta das inúmeras eleições que têm vindo a ocorrer no seu decurso em diferentes países. Por esta razão, a consultora Inês Gama reflete, neste apontamento, sobre a história e funcionamento no âmbito do português da palavra democracia.
O advogado e comentador sportinguista Carlos Barbosa da Cruz afirma que não crucifixa o guarda-redes do Sporting Kovacevic pelo seu desempenho. Mas estará correto o verbo crucifixar? A esta pergunta responde a consultora Sara Mourato, num texto a utilização deste verbo.
Há palavras em português que já tiveram um género gramatical diferente? No seu apontamento desta semana, a professora Carla Marques apresenta a resposta para esta questão.
(apresentado no programa Páginas de Português, da Antena 2)
A omissão da preposição de antes de que, em frases como «é sinal que precisa de um café forte», é aceitável? A esta pergunta tenta dar resposta a consutora Sara Mourato, discutindo como, embora esta omissão possa parecer incorreta, está amplamente difundida e é aceite por muitos estudiosos.
Neste apontamento, a consultora Inês Gama aborda o caso do género do nome mascote.
(Apontamento transmitido no programa Páginas de Português, da Antena 2, em 14/07/2024).
«A nossa língua é tão sofisticada, que nos dá instrumentos para focalizar, intensificar uma ideia na escrita» – consideraa o gramático brasileiro Fernando Pestana num apontamento dedicado às chamadas «partículas expletivas» e transcrito com a devida vénia do mural Língua e Tradição (Facebook, 27/08/2023).
Este é um espaço de esclarecimento, informação, debate e promoção da língua portuguesa, numa perspetiva de afirmação dos valores culturais dos oito países de língua oficial portuguesa, fundado em 1997. Na diversidade de todos, o mesmo mar por onde navegamos e nos reconhecemos.
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