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Textos publicados pela autora

Consultório

Correferência não anafórica: visitante e Gulliver

Pergunta: Num exame nacional de Português, considera-se que, no excerto abaixo, as palavras visitante e Gulliver contribuem para a coesão lexical por substituição. «Se um visitante do passado chegasse hoje às nossas cidades civilizadas, um dos aspetos que surpreenderiam esse Gulliver antigo seria certamente os nossos hábitos de leitura.» Gostaria que me esclarecessem porquê e se não poderia ser um caso de correferência não anafórica, uma vez que só o conhecimento...

Consultório

Deíctico pessoal e expressões sem valor deíctico

Pergunta: Na frase «Todos os anos regresso a Os Maias», podemos que considerar que existem os três deiticos (pessoal, temporal e espacial)? Obrigada!Resposta: Na frase em apreço, consideramos apenas a existência de um deítico pessoal. Em (1), é possível identificar, na flexão verbal, a presença da 1.ª pessoa do singular, que tem como referência o locutor do enunciado: (1) «Todos os anos regresso a Os Maias.» Note-se que, neste caso, embora a frase apresente uma referência locativa (o local aonde se...

Consultório

Artigo definido, artigo indefinido e relação de parentesco

Pergunta: Numa acalorada e civilizada troca de argumentos, acabámos ambos convencidos de cada um da nossa razão e, daí, recorrermos ao Ciberdúvidas para saber qual a forma correcta, se alguma. «Um pai e um filho iam num carro» ou «O pai e o filho iam num carro»? A mim parece-me que a primeira hipótese não indica, explicitamente, que existe uma relação de parentesco. Pode ser um qualquer pai e um qualquer filho. Creio que a segunda opção oferece menos interpretações. Podem-me ajudar? Muito obrigado.Resposta: Sem qualquer...
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