DÚVIDAS

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Textos publicados pela autora

Livro

À Flor da Língua

O mais recente livro de Gregório Duvivier (actor, poeta e um dos criadores do colectivo Porta dos Fundos) chega a Portugal pela editora Tinta da China. Publicado em março de 2026 e inspirado no espetáculo O Céu da Língua, À flor da língua propõe uma celebração inteligente, sensível e divertida da língua portuguesa. A obra, com 208 páginas, transforma em livro o espírito do espetáculo, recuperando o mesmo encanto pelas palavras, pelos seus sons e pelas suas viagens entre variantes. Duvivier escreve...

Consultório

A expressão «andar à caçador»

Pergunta: Gostaria de saber a origem da expressão «andar à caçador»?Resposta: A expressão «andar à caçador» não tem origem documentada em dicionários históricos ou estudos etimológicos formais. O que existe é sobretudo tradição oral e explicação popular. No uso corrente, significa «andar sem roupa interior», tal como registado no Priberam. Entre falantes, a explicação mais recorrente associa a expressão à imagem do caçador que anda com a arma à vista, metáfora humorística que se transfere para os...

Consultório

O verbo arrepender numa oração relativa

Pergunta: Agradecia o vosso parecer sobre a sintaxe do verbo destacado: «Fiz muitas traquinices em criança, mas esta foi a que mais me "arrependi".» Obrigado.Resposta: Na frase «Fiz muitas traquinices em criança, mas esta foi a que mais me arrependi», o verbo arrepender(-se) ocorre numa oração relativa («que mais me arrependi»), cujo antecedente é esta. A questão está na regência verbal: em português, o uso regular e mais amplamente atestado é «arrepender-se de algo». Assim,...
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