DÚVIDAS

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Textos publicados pela autora

Controvérsias

O temível ataque dos sotaques

Sobre uma perceção política das acampadas no Porto e em Lisboa

«O certo é que todos temos um sotaque particular, até os lisboetas das classes mais letradas quando usam a língua em registo formal» – sublinha a linguista Margarita Correia, comentando o uso do termo sotaque por um ministro português a respeito das manifestações pelo direito à habitação que têm ocorrido no Porto e em Lisboa desde a segunda quinzena de outubro de 2026. ...

O nosso idioma

Manosfera ou machosfera?

Terminologia do ódio

«Machismos, machosferas e quejandos visam, antes de mais, promover fraturas sociais, iniquidade, ódio e sujeição de uns humanos por outros [...]» –alerta a linguista e professora universitária Margarita Correia, nesta crónica dedicada aos termos  manosfera, machosfera ou «masculinidade tóxica». Artigo incluído no programa Páginas de Português em 18/10/2026 e aqui partilhado com autorização da autora....

O nosso idioma

Feminismo

Uma palavra muito pesquisada em agosto de 2026

«Féminisme surgiu originalmente em francês, em 1837, num texto de François Marie Charles Fourier [...]» – observa a a linguista Margarita Correia sobre o termo feminismo, que, em agosto de 2026, foi a palavra mais pesquisada no dicionário da Infopédia. Crónica originalmente escrita para o programa Páginas de Português, que a incluiu na emissão de 11/10/2026, e aqui partilhada com autorização expressa da autora....

Controvérsias

Censura e controlo da linguagem

O impacto que podem ter na ciência e na democracia

«É muito próprio dos regimes populistas e autoritários mexerem na língua» – considera a linguista Margarita Correia, professora na Faculdade de Letras de Lisboa, a propósito da proibição de certas palavras na linguagem da nova administração dos EUA. Trata-se de uma entrevista conduzida pela jornalista Filipa Almeida Mendes e incluída em 5 de março de 2025 no número comemorativo do 35.º aniversário do jornal Público. O texto fica aqui transcrito com a devida vénia, mantendo a norma ortográfica de 1945,...

Controvérsias

O flautista de Hamelin e os ratos hipnotizados

Educação e falta dela no parlamento português

«Graças ao cobarde lavar de mãos de Aguiar (Pilatos) Branco e seus comparsas, a partir de agora tudo será permitido na casa da democracia – os insultos, a baixeza e a grosseria, o palito nos dentes, o arroto, a ventosidade ruidosa e (porque não?) os murros, os pontapés e as cenas de pancadaria» – escreve a linguista e a professora universitária portuguesa Margarita Correia, tecendo considerações que abrangem o ensino, a propósito da polémica causada na Assembleia da República Portuguesa pelo...
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