O nosso idioma - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Textos de investigação/reflexão sobre língua portuguesa.
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As metáforas no mundo da política

«Os acontecimentos mais recentes têm trazido ao espaço mediático português tensões entre partidos políticos, situações problemáticas relacionadas com factos presentes e passados e opiniões e depoimentos geradores de polémica intensa. Nestes domínios a metáfora singra como opção para descrever as dificuldades»,escreve a professora Carla Marques, neste apontamento sobre o usos da metáfora na política. 

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Sob o pântano do "legalês" e da excessiva burocracia

A criação de linguagens próprias tem efeitos positivos e negativos, mas aquelas que produzem este último tipo de efeitos são mais preocupantes porque, segundo o autor – em artigo que a seguir se transcreve  no jornal i do dia 21 de junho de 2019 – «são propiciadoras de fenómenos nocivos que vivem melhor nas sombras que à luz do dia, como a fraude e a corrupção».

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Duas épocas distintas da vida brasileira

Ensaio do professor universitário e poeta Everaldo Augusto sobre o poema Língua Portuguesa, de Olavo Bilac, e a música Língua, de Caetano Veloso

Texto transcrito, com a devida vénia, do jornal digital Tornado, com data de 10 de junho de 2019.

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As origens das quadras a Santo António, São João e São Pedro

As festas dos chamados Santos Populares têm funda tradição nos países de língua portuguesa. Aida Alves, diretora da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga, dá conta das origens da poesia popular alusiva a estes festejos num apontamento publicado pelo Correio do Minho em 13/06/2019.

Na imagem, "Marcha Geral de S. João, 1966", incluída em "As marchas dos anos 60 [em Ílhavo]", in sítio eletrónico Ramalheira (consultado em 15/06/2019).

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Usos e abusos da palavra, a propósito da morte de Agustina Bessa-Luís (1922-2019)

É o que, por regra, se chama a alguém que, em vida, se tenha sobressaído  por uma qualquer «aptidão  excecional para determinada atividade, principalmente se relacionada com o intelecto». O termo – quantas vezes, também, aplicada a «artistas de importância limitada, ou até a entidades medíocres que adquiriram proeminência em atividades de negócios»... – emergiu, de novo, nos comentários ao falecimento da escritora portuguesa Agustina Bessa-Luís (1922 – 2019). É o que observa o jornalista Luís M. Faria neste apontamento publicado na Revista do semanário Expresso do dia 8 de junho de 2019, esmiuçando a respetiva origem e evolução semântica, desde a expressão «mau génio» até aos aos clichês «génio incompreendido» e «génio maligno».

 

 

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O contributo lexical das traduções do grego nos séculos XVIII e XIX

Ensaio da investigadora brasileira Tâmara Kovacs sobre o contributo das traduções da obra de Homero para a evolução do léxico em Portugal e no Brasil, nos finais do século XVIII e ao longo do século XIX.

 

Na imagem, Irís ordena a Príamo que vá resgatar o corpo de Heitor (1796 dC - 1807 dC), de Domingos António de Sequeira (1768-1837). Fonte: MatrizPix.

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De D. Dinis à lírica de Camões, até à poesia de Cecília Meirelles e de Sophia de Mello Breyner

«Última flor de Lácio», que nasceu «inculta e bela», última a se desgarrar da saia da mãe Latim, era considerada, em seus primórdios, uma língua inferior, popularesca, rústica e menor que sua irmã espanhola, recorda neste ensaio* professora universitária brasileira Adrienne Kátia Savazoni Morelato. «Mal sabia o mundo que as pessoas nascidas naquela região cantavam em vez de falar ou contar»...

 

* transcrito, com a devida vénia, do jornal digital Tornado, do dia 9 de junho de 2019.

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Palavras que se atraem

Alguns erros ortográficos ficam a dever-se à interferência da oralidade no sistema escrito. Grafias erradas como concerteza, benvindo ou embaixo poderão encontrar neste facto a sua justificação, como explica a professora Carla Marques.

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No espaço pluricontinental onde o português convive com outros idiomas locais

«A língua portuguesa é uma construção conjunta de todos aqueles que a falam — e é assim desde há séculos», escreve neste artigo, dado à estampa no semanário Expresso do dia 1 de junho de 2019, o jornalista e  escritor angolano José Eduardo Agualusa. «A minha língua — aquela de que me sirvo para escrever —, não se restringe às fronteiras de Angola, de Portugal ou do Brasil. A minha língua é a soma de todas as suas variantes. É plural e democrática.»

 

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A terminologia das eleições para o Parlamento Europeu

Europeístas versus eurocéticos – e ainda os que nada querem com a União Europeia, defendendo a saída dos respetivos países do espaço comunitário dos atuais 28 Estados-membros –, social-democrata, extrema-direita, neoliberal, cristão-liberal,  ultraliberal e populismo(s); ou ainda, os neologismos de mais recente criação: MayexitDexit,  Frexit, Nexitbrexiteiros. Alguns dos termos mais falados e escritos no decurso das eleições para o Parlamento Europeu, realizadas entre 23 e  26 de maio p.p.