O nosso idioma - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
Início Português na 1.ª pessoa O nosso idioma
Textos de investigação/reflexão sobre língua portuguesa.
A língua <u>de</u> que gostamos
O caso de relativos com preposições

A construção de frases com orações relativas que não são introduzidas pelas preposições regidas pelo verbo é um erro muito frequente. Carla Marques recorda as regras a seguir nestes casos para construir frases corretas. A bem da "casa" da língua!

<i>Maléfica: Mestre do Mal</i>
A assunção de um mundo feminino sem maldade ou um erro gramatical?

No título Maléfica: Mestre do Malnovo filme da Disney, a opção pela forma mestre oferece sérias dúvidas. Tratar-se-á de um erro ou podemos imaginar intenções "maléficas"? 

De poucas palavras
Jovens que desconhecem o legado linguístico dos mais velhos

A população idosa guarda um repositório de «palavras coloridas e deliciosas» que estão em risco, não apenas por problemas de memória decorrentes do envelhecimento. É que, entre os jovens, baixa drasticamente o número médio de palavras usadas e conhecidas, com a expressão a resumir-se a bordões linguísticos, muito em resultado da pressão de certos conteúdos audiovisuais em linha. Um diagnóstico da editora e escritora Maria do Rosário Pedreira, publicado no Diário de Notícias de 5 de outubro de 2019. Texto escrito na norma anterior ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990.

Vírgula não!
Situações em que a vírgula não deve ser usada

A vírgula é um dos sinais gráficos que mais dúvidas oferece. Neste apontamento, Carla Marques recorda algumas situações em que a vírgula não deve ser usada. 

<i>Declaração</i>
A evolução semântica de uma palavra nos media de Portugal

Apontamento sobre o uso excessivo da palavra declaração no discurso jornalístico em Portugal. Texto assinado pelo jornalista português Luís M. Faria e publicado na Revista do semanário Expresso em 12 de outubro de 2019.

Homenagem a Evanildo Bechara e João Malaca Casteleiro
Discurso proferido por Margarita Correia na 1.ª Reunião Ordinária do Conselho de Ortografia da Língua Portuguesa

No primeiro dia da 1.ª Reunião Ordinária do Conselho de Ortografia da Língua Portuguesa (COLP), organizada pelo Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) e pela Universidade do Porto em 7 e 8 de outubro de 2019 na mesma cidade, foi realizada uma cerimónia de homenagem a duas figuras de relevo na definição da atual norma ortográfica do português, o gramático brasileiro Evanildo Bechara e o linguista português João Malaca Casteleiro. Na ocasião, que marca também o começo da atividade do COLP como novo órgão do IILP, a professora universitária e linguista Margarita Correia (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e CELGA-ILTEC), presidente do Conselho Científico do IILP, proferiu o discurso que adiante se transcreve.

Uma aula nos corredores do poder
Uma gramática para o sucesso

A forma como as palavras são manipuláveis e como os falantes as ajustam aos seus interesses mostra uma linguagem que espelha os próprios utilizadores, sobretudo num contexto de exercício do poder. É este o mote para este pequeno apontamento de Carla Marques.

O lugar do neologismo inglês <i>pedophrasty</i> na língua portuguesa
O exemplo espanhol perante um anglicismo

Em inglês, a propósito da crise climática e das consequentes manifestações de jovens, surgiu um novo termo pedophrastyEm espanhol já há registo do mesmo termo – pedofrastia –, que é apresentar argumentos recorrendo a crianças para sustentar a defesa de uma causa. Quanto à língua portuguesa, a expressão começa a ser usada, mesmo que timidamente. Será que pedofrastia é um termo que veio para ficar? 

De onde vem a palavra <i>vegetariano</i>?
A história da palavra e do conceito

Dia Mundial do Vegetarianismo assinala-se a 1 de Outubro.  Nesta crónica *, o presidente da Associação Vegetariana Portuguesa lembra que Pitágoras  um dos primeiros proponentes do vegetarianismo clássico.

 

* Publicada no suplemento P3, do jornal Público, em 01/10/2019. Manteve-se a ortografia original, anterior ao Acordo Ortográfico de 1990.

O <i>vós</i> na voz de Trás-os-Montes
Relato de uma viagem linguística

A vitalidade do uso da segunda pessoa do plural na região de Trás-os-Montes motiva uma reflexão sobre a coexistência de diferentes fases de evolução da língua num mesmo país e o sabor que oferece uma viagem por outras sonoridades com regionalismos à mistura. Um apontamento de Carla Marques