O nosso idioma // Estrangeirismos É o lifestyle, stupid «(...) Novos mistérios cosmopolitas surgem todos os dias, sempre vestidos à inglesa, como winelovers espalhados pelo lounge a discutir o último jantar vínico num espaço underground. Quase os conseguimos ouvir gabar a experiência fine dinning e o chill out do seu próprio lifestyle. Ouvimos, sim, mas não é fácil perceber. (...)» Trabalho jornalístico publicado na revista do semanário Expresso de 22/01/2016, à volta do vocabulário que caracteriza o cosmopolitismo contemporâneo, inçado de excessos de anglicismos e não só, nos usos da língua em Portugal por estratos sociais mais contaminados por um certo «novo-riquismo lexical», como o define o linguista João Valente, ouvido neste artigo que transcrevemos na íntegra, a seguir, com a devida vénia aos autores e ao jornal português. Carolina Reis, João Miguel Salvador, Ricardo Marques · 25 de janeiro de 2016 · 6K
O nosso idioma // Gírias Furacão A anunciada passagem do furacão Alex pelos Açores nesta data, 15/01/2016, nesta crónica de sabor local, publicada no Diário de Notícias, que transcrevemos com a devida vénia. Por decisão pessoal, o autor não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico. Joel Neto · 16 de janeiro de 2016 · 4K
O nosso idioma // O português em Angola As "soas" perderam o "P" Crónica de Edno Pimentel sobre a forma "soas", curiosa redução de pessoas que é recorrente no discurso oral angolano (texto publicado no jornal luandense Nova Gazeta, em 14/01/2016. Edno Pimentel · 15 de janeiro de 2016 · 3K
O nosso idioma // Léxico Imigrante, não; mas, sim, refugiado Difereças de estatuto e respetivas razões A diferença entre ser-se um simples imigrante num pais como Portugal e ter que ter o estatuto de refugiado. Crónica do jornalista João Paulo Guerra a propósito da crise provocada pela vinda para a Europa das populações que fogem à guerra na Síria e no Iraque, emitida no programa O Fio da Meada da Antena 1, com o título original "Palavra refugiado ou imigrante?". João Paulo Guerra (1942 — 2024) · 11 de janeiro de 2016 · 3K
O nosso idioma // O português em Angola «Não compro "convites" para festas» Tendo por contexto a realidade social e linguística de Angola, o professor e jornalista angolano Edno Pimentel foca o oportunismo de uma impropriedade de linguagem: o chamar convite ao que é, na verdade, um bilhete ou um ingresso, que são sempre pagos. Crónica publicada no jornal luandense Nova Gazeta em 24/12/2015. Edno Pimentel · 4 de janeiro de 2016 · 4K
O nosso idioma // Gírias O falar carioca ensinado via internet A realização dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, de 5 a 21 de agosto de 2016 propiciou, já, a difusão, via internet, de um sem-número de listas de palavras da gíria carioca devidamente traduzidas para a comunicação mais facilitada dos mais de de 2,5 milhões de turistas esperados do mundo inteiro. Inclusive, como se escreve neste apontamento – que, com devida vénia, se transcreve da edição eletrónica do jornal O Dia de 29/11 p.p. –, o «próprio perfil oficial da organização dos Jogos Olímpicos no Facebook ostenta um álbum batizado de Carioca Dictionary». Titulo da responsabilidade do Ciberdúvidas, do original Listas de gírias carioca se espalham pela internet para ajudar estrangeiros. Francisco Edson Alves · 28 de dezembro de 2015 · 10K
O nosso idioma // Estrangeirismos Reflexões sobre a linguagem hodierna Texto publicado no Público de 27/12/2015, da autoria Manuel Matos Monteiro, sobre a anglicização do discurso que endeusa a tecnologia. Manuel Matos Monteiro · 27 de dezembro de 2015 · 5K
O nosso idioma // Pragmática «Da contiguidade de obrigados» Não poderá a expressão do agradecimento cair na excessiva deferência que só irrita? Mas será possível ser-se económico no uso de obrigado sem faltar à cortesia? O humorista português Ricardo Araújo Pereira propõe três soluções (imperfeitas) para não sobrecarregar a comunicação com os muitos obrigados que o encadeamento de certas ações quotidianas pode suscitar (texto publicado na revista Visão de 10/12/2015). Ricardo Araújo Pereira · 18 de dezembro de 2015 · 7K
O nosso idioma // O português em Angola «Três irmãs "foram abusadas" sexualmente» A viciosa utilização do particípio passado do verbo abusar, nesta crónica do autor no semanário luandense Nova Gazeta, de 17/12/2015, à volta dos usos do português em Angola. Uma construção que se tornou recorrente também no Brasil, como observa Luciano Eduardo de Oliveira, em nota acrescentada no final. Edno Pimentel · 18 de dezembro de 2015 · 5K
O nosso idioma «Falar ao calhas» Crónica do escritor português Miguel Esteves Cardoso sobre uma locução sinónima de talvez e muito característica do estilo coloquial em Portugal (texto publicado no jornal Público, em 13/12/2015). Que significam hoje «se calhar» e outras expressões em que entra o verbo calhar? [Manteve-se a norma ortográfica anterior ao AO, seguida no jornal português.] Miguel Esteves Cardoso · 14 de dezembro de 2015 · 5K