O nosso idioma // Estrangeirismos O neologismo humbição Não me parece que esta palavrita venha a vingar no tirocínio para a entrada no léxico mas aqui fica. Descobri-a pela pena de Arménio Rego, professor da Universidade de Aveiro, e Miguel Pina e Cunha, professor da Nova School of Business and Economics (Expresso, Economia, de 27 de julho de 2013, p. 20). Aparentemente formada por aglutinação a partir das palavras humildade e ambição, “humbição” seria assim uma mesc... Paulo J. S. Barata · 29 de agosto de 2013 · 2K
O nosso idioma // O português em Angola A "santopeia" picou-o e o pé "encheu" A proximidade entre as palavras é o tema deste texto publicado no semanário angolano Nova Gazeta, na qual o seu autor nos fala do mau uso dos verbos encher e inchar. Edno Pimentel · 25 de agosto de 2013 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola «Tens de estudar "advogacia"» Nesta crónica, publicada no semanário angolano Nova Gazeta, à volta dos usos do português no seu país, Edno Pimentel aborda uma particularidade do português que é transversal às variantes do nosso idioma: a não linearidade dos processos linguísticos na história da língua portuguesa, levando a que palavras como advogado e advocacia, a par de outras mais, tivessem uma evolução diferente, embora tendo uma etimologia comum. Edno Pimentel · 18 de agosto de 2013 · 4K
O nosso idioma // Literatura As ondas Até que a escrita tremae então do fundo da memória um corpo e o marum cheiro de alfazema e de salgemaum acento circunflexo um til um tremaum nome que noutro nome se diziaum erro no ditado umas letras redondasuma rosa por dentro da caligrafiaa praia um rosto as ondas. Foz do Arelho, agosto de 2003 Manuel Alegre · 15 de agosto de 2013 · 4K
O nosso idioma // O português em Angola «Estão a "te chamar no chefe"» Em «Estão a te chamar no chefe» o problema não é só uma «desordem» na frase – como assinala o autor em mais uma crónica publicada no semanário angolano Nova Gazeta, à volta dos usos do português no seu país. Subsiste, também, um problema de regência com o verbo chamar. Edno Pimentel · 11 de agosto de 2013 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola «Ela não "quero"» A preocupação de uma ama por a menina só querer fazer «pum pum» na fralda. E se é «de pequeno que se torce o pepino», melhor seria que a ama pudesse contribuir, também, com outros ensinamentos para o bom comportamento sobre a língua — escreve-se nesta crónica publicada pelo autor na sua coluna, Professor Ferrão, no semanário angolano Nova Gazeta, de 1/08/2013. Edno Pimentel · 4 de agosto de 2013 · 4K
O nosso idioma // O português em Angola «Ela está "meia" confusa» Mais uma crónica do autor sobre o confronto dos usos do português de Angola com a norma. Desta vez, um erro muito frequente em tudo o mundo lusófono: a confusão entre o advérbio meio e o adjetivo com a mesma forma. «Por favor, hoje não quero chatices com ninguém. Por isso, não me incomodem», alertou Melita depois do encontro para o acerto dos pormenores do pedido da irmã mais nova. Edno Pimentel · 25 de julho de 2013 · 12K
O nosso idioma // O português do Brasil Rio de Janeiro vs. São Paulo Luciano Eduardo de Oliveira aponta algumas expressões que marcam a diferença entre os falantes do Rio de Janeiro e os de São Paulo. A publicação de Variantes Cariocas da Língua Portuguesa (apresentado no Ciberdúvidas, na rubrica Montra de Livros), inspirou-me a anotar algumas diferenças lexicais entre o Rio de Janeiro e São Paulo (SP),... Luciano Eduardo de Oliveira · 23 de julho de 2013 · 7K
O nosso idioma // O português em Angola Ele vai me sentir… Entre os múltiplos sentidos do verbo sentir, em Angola este verbo pode ser usado também para referir o ato de desforra, aplicando de um modo transitivo o significado de sentir como «sofrer a ação de». Nesta crónica do Professor Ferrão, Edno Pimentel conta-nos como aqueles que "se sentem" aproveitam a oportunidade, quando esta surge, para fazerem os outros senti-los de volta. Edno Pimentel · 16 de julho de 2013 · 2K
O nosso idioma // O português em Angola Tu és fantástico. Admiras-me muito! O Largo da Independência [em Luanda] começou a receber os primeiros fãs a partir das seis horas. Era desde logo previsível que o cenário seria aquele: pais que levaram os filhos, namorados ciumentos agarrados às namoradas, meninas de ‘tchuna baby’, rapazes com calças ‘youki’, enfim… cada um à sua maneira. Tudo para comprar o CD e tirar fotos, diga-se de passagem, com um dos mais queridos grupos de musicais, os Lambas. Edno Pimentel · 16 de julho de 2013 · 4K