O nosso idioma Namorar À volta do verbo namorar e da sua regência no domínio da política portuguesa – «namorar com» e «namorar alguém», por exemplo – nesta crónica do autor, publicada no jornal i, de 25 de abril de 2013. Wilton Fonseca · 26 de abril de 2013 · 5K
O nosso idioma À volta do emprego do termo ambiguidade Uma reflexão do autor em torno da utilização na imprensa portuguesa do adjetivo ambíguo, em crónica de Wilton Fonseca, no jornal i de 18 de abril de 2013. Vários jornalistas [portugueses] afirmaram que Pires de Lima, ao reclamar uma remodelação mais profunda do governo, havia assumido a atitude «ambígua» do CDS em relação ... Wilton Fonseca · 19 de abril de 2013 · 4K
O nosso idioma // O português em Angola Ela não aceita destrocar o dinheiro À semelhança do que sucede noutros espaços do português, em Angola o verbo trocar também se enriquece quando trata de dinheiro. Disso nos dá conta Edno Pimentel, em mais uma crónica na sua coluna Professor Ferrão, do jornal angolano Nova Gazeta. Edno Pimentel · 14 de abril de 2013 · 3K
O nosso idioma // O português em Angola Eu não lhe vi O uso da forma pronominal do complemento indireto em lugar da forma do complemento direto é o tema desta crónica de Edno Pimentel, na sua coluna Professor Ferrão, do jornal angolano Nova Gazeta, de 04-04-2013. Edno Pimentel · 8 de abril de 2013 · 12K
O nosso idioma // O português em Angola «Ela nunca se engravidou» O uso na linguagem popular em Angola da forma pronominal do verbo engravidar aqui assinalado pelo autor, na sua coluna "Professor Ferrão", do jornal angolano "Nova Gazeta", de 28-03-2013. A preocupação surgia sempre que recebesse os familiares do marido em casa. Não só porque se comportavam como se estivessem nas suas próprias casas, mas porque faziam questão de tocar, de alguma forma, no assunto que constrangia aquela jovem senhora. Edno Pimentel · 28 de março de 2013 · 4K
O nosso idioma // O português em Angola A estrelinha cuia como o sambapito O medo natural das crianças face às agulhas, e a necessidade de o superar durante a campanha de luta contra a poliomielite, está na origem de um neologismo da língua portuguesa, usado profusamente em Angola. Assim nos conta o autor, na sua coluna "Professor Ferrão", no jornal" Nova Gazeta" de 21 de março de 2013. Edno Pimentel · 24 de março de 2013 · 3K
O nosso idioma Avassalar, esbarrondar e derrear Em mais uma crónica publicada em 21/3/2013 no jornal i, com o título original "Ambas as três", Wilton Fonseca mostra como os jornais podem ser também «veículo da riqueza da língua e do seu processo criativo e renovador». Recolhi, no Público e no Expresso, três termos que, embora pouco usados, podem ilustrar como os jornais são veículo da riqueza da língua e do seu processo criativo e renovador. Wilton Fonseca · 22 de março de 2013 · 4K
O nosso idioma // o português em Angola «Vou se bater no chão, ninguém me põe a mão» A troca do pronome reflexo me por se na letra de uma composição do cantor angolano Yuri Cunha, comentada por Edno Pimental, na coluna "Professor Ferrão", do jornal Nova Gazeta, de 14-03-2013. Começou uma hora mais tarde, como já é habitual, todos querem ir à festa, mas ninguém quer ser o primeiro a chegar. Desta vez, ela quis fazer diferente e decidiu começar o boda* com os dez convidados que estavam presentes. Edno Pimentel · 15 de março de 2013 · 4K
O nosso idioma // O português em Angola Manter como sinónimo de casar Edno Pimentel As particularidades do português de Angola passam a ter um espaço próprio em O Nosso Idioma através da colocação em linha das crónicas do "Professor Ferrão", assinadas por Edno Pimentel e publicadas no jornal Nova Gazeta, de Luanda. Neste primeiro texto apresentado no Ciberdúvidas, o tema é o verbo manter, usado em Angola como sinónimo de contrair uma relação conjugal, ou seja, de casar. – Nunca mais te vi. Pensei que já manteste! – Adivinhaste. Já manteu mesmo. Edno Pimentel · 22 de fevereiro de 2013 · 3K
O nosso idioma // Léxico À volta de «colmeadinho» e «dinheiro acrescentado» Desprezamos muitas vezes, por puro snobismo linguístico, os nossos regionalismos. Alguns deles verdadeiras pérolas de economia e de expressividade. Tudo em prol de uma língua formatada, uniformizada. Igual no Minho e no Algarve. Paulo J. S. Barata · 21 de fevereiro de 2013 · 5K