O nosso idioma // Verbos E se existisse o verbo striptear (ou stripitizar)1? A propósito da recusa do primeiro-ministro português em «fazer "striptease" das [suas] contas bancárias», nesta crónica publicada em 16/10/2014 no jornal i, o autor considera ironicamente que a vida política posta assim a nu justifica o aparecimento de uma nova classe de verbos: os «defetivos políticos». Wilton Fonseca · 17 de outubro de 2014 · 6K
O nosso idioma // O português em Angola Como (não) caber numa carteira Maus tratos do verbo caber numa sala de aula em Luanda, nesta crónica do autor, nesta sua crónica publicada no semanário angolano "Nova Gazeta", de 9 de outubro de 2014. À semelhança do que aconteceu na que me viu crescer, uma chuva de críticas e de reclamações por escrever sobre coisas reais nas aulas do ‘Professor Ferrão’, nas turmas por onde passo, os alunos, às vezes, revêem-se nos temas que abordamos neste espaço. Edno Pimentel · 13 de outubro de 2014 · 7K
O nosso idioma // Estrangeirismos O anómalo "jihadista" Desde a reforma ortográfica de 1911 que deixou de haver palavras com o "h" entre vogais. Por isso, passou a escrever-se aí (em vez de ahi), coerente (em vez de coherente), exortar (em vez de exhortar), inibir (em vez deinhibir), proibir (em vez de prohibir), sair (em vez de sahir) – ... José Mário Costa · 13 de outubro de 2014 · 6K
O nosso idioma // O português em Angola Um bom censo (espera-se) com bom senso O recenseamento da população angolana – pela primeira vez desde a independência do país, em 1975 – como pano de fundo desta crónica do autor, a propósito do que pode resultar a troca de duas palavras idênticas apenas na sua homofonia. Edno Pimentel · 13 de outubro de 2014 · 5K
O nosso idioma // Neologismos A barafunda entre islamitas e islamistas Apesar de palavra controversa (ver Ainda o termo "islamista" vs. Islami(s)tas? + Textos Relacionados), a verdade é que islamista se tem imposto por permitir fazer mais facilmente a destrinça entre um muçulmano e aquele que «utiiza o islão como arma política». Ou seja: a diferença não é linguística, mas política – como observa o jornalista Wilton Fonseca em mais uma crónica publicada no jornal i. Wilton Fonseca · 10 de outubro de 2014 · 11K
O nosso idioma // Linguística Traído pela voz A propósito da execução de reféns ocidentais pelo Estado Islâmico, Wilton Fonseca dedica uma crónica (publicada no dia 2 de outubro de 2014 no jornal i), ao papel decisivo que a linguística aplicada e, designadamente, a linguística forense têm hoje na investigação de questões criminais. Wilton Fonseca · 6 de outubro de 2014 · 6K
O nosso idioma // O português em Angola «É uma "perca" de tempo...» Generalizada na linguagem popular – que até coincide com a denominação de um peixe –, não é essa a forma recomendada do particípio passado do verbo perder. Especialmente se em sala de aula – como escreve o autor nesta crónica sobre os usos do português em Angola, no semanário “Nova Gazeta” de 25 de setembro de 2014. Edno Pimentel · 25 de setembro de 2014 · 12K
O nosso idioma // O português em Angola «Isso pode ficar entre "parentes", professor?» À volta do sinal de pontuação parênteses – ou, também, parêntesis – e da sua (des)acertada prolação numa sala de aula em Luanda, nesta crónica do autor no semanário "Nova Gazeta", do dia 4 de setembro de 2014. A pontuação tem sido uma das questões mais problemáticas nas salas de aula e que, às vezes, me levam a pensar que o que os alunos melhor sabem fazer é usar o ponto final, que também tem sido substituído por um tal de ‘ponto parágrafo’. Mas este é tema para uma outra aula. Edno Pimentel · 4 de setembro de 2014 · 4K
O nosso idioma // Pontuação Sobre o (bom) uso das aspas A propósito do (recorrente) erro no uso da forma "precaridade" – e logo por uma entidade com contas devidas também no rigor formal dos pareceres e recomendações emitidos –, o autor reúne aqui algumas pistas para o sinal de pontuação que está longe de poder ser empregado como um mero adorno ou enfeite. In jornal "i" de 21/08/2014. Wilton Fonseca · 21 de agosto de 2014 · 11K
O nosso idioma // O português em Angola «Vocês só "estrovam" o negócio» Nas explicações sobre as potencialidades e vantagens da relíquia fotográfica, o tropeção do vendedor foi mesmo linguístico. Bastante generalizado nos usos menos cuidados do português de Angola assinala o autor em crónica publicada no semanário luandense “Nova Gazeta”, de 21/08/2014. Ninguém estragou o negócio de ninguém. Quase todos, alguns, poucos, pelo menos das pessoas que conheço, buscam informações na internet para pesquisar telefones, aparelhos de som e televisão. Edno Pimentel · 21 de agosto de 2014 · 5K