O nosso idioma // Gírias Ter swag para não ser um nigga As gírias dos adolescentes suscitam dúvidas tanto junto dos seus pais como do resto da comunidade linguística. Neste artigo, refere-se um tipo particular de gíria, de origem anglo-saxónica, em voga entre os adolescentes de Portugal. Trabalho publicado no jornal Correio da Manhã de 8 de setembro de 2013, que a seguir se transcreve, com a devida vénia. Marta Martins Silva · 8 de setembro de 2013 · 15K
O nosso idioma // O português em Angola Vencer a Costa do Marfim na Côte d'Ivoire Em Angola, conta-nos Edno Pimentel nesta crónica publicada no semanário Nova Gazeta de 5/09/2013, a cobertura jornalística do campeonato africano de basquetebol ignorou quase sempre o nome há muito aportuguesado do país anfitrião e do respetivo topónimo. Edno Pimentel · 6 de setembro de 2013 · 7K
O nosso idioma // O português em Angola «Kota, emagrece só, por favor!» Há grupos sociais que têm o seu próprio socioleto (ou gíria), e alguns dos termos por eles usados podem levar a más interpretações de quem não partilha o mesmo referente semântico. É o caso de emagrecer, um verbo tão escutado na comunicação social a propósito de dietas e de alimentação saudável, mas que toma um sentido diferente para os taxistas de Luanda. Assim nos conta Edno Pimentel neste texto publicado no semanário angolano Nova Gazeta. Edno Pimentel · 1 de setembro de 2013 · 4K
O nosso idioma // Estrangeirismos O neologismo humbição Não me parece que esta palavrita venha a vingar no tirocínio para a entrada no léxico mas aqui fica. Descobri-a pela pena de Arménio Rego, professor da Universidade de Aveiro, e Miguel Pina e Cunha, professor da Nova School of Business and Economics (Expresso, Economia, de 27 de julho de 2013, p. 20). Aparentemente formada por aglutinação a partir das palavras humildade e ambição, “humbição” seria assim uma mesc... Paulo J. S. Barata · 29 de agosto de 2013 · 3K
O nosso idioma // O português em Angola A "santopeia" picou-o e o pé "encheu" A proximidade entre as palavras é o tema deste texto publicado no semanário angolano Nova Gazeta, na qual o seu autor nos fala do mau uso dos verbos encher e inchar. Edno Pimentel · 25 de agosto de 2013 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola «Tens de estudar "advogacia"» Nesta crónica, publicada no semanário angolano Nova Gazeta, à volta dos usos do português no seu país, Edno Pimentel aborda uma particularidade do português que é transversal às variantes do nosso idioma: a não linearidade dos processos linguísticos na história da língua portuguesa, levando a que palavras como advogado e advocacia, a par de outras mais, tivessem uma evolução diferente, embora tendo uma etimologia comum. Edno Pimentel · 18 de agosto de 2013 · 4K
O nosso idioma // Literatura As ondas Até que a escrita tremae então do fundo da memória um corpo e o marum cheiro de alfazema e de salgemaum acento circunflexo um til um tremaum nome que noutro nome se diziaum erro no ditado umas letras redondasuma rosa por dentro da caligrafiaa praia um rosto as ondas. Foz do Arelho, agosto de 2003 Manuel Alegre · 15 de agosto de 2013 · 4K
O nosso idioma // O português em Angola «Estão a "te chamar no chefe"» Em «Estão a te chamar no chefe» o problema não é só uma «desordem» na frase – como assinala o autor em mais uma crónica publicada no semanário angolano Nova Gazeta, à volta dos usos do português no seu país. Subsiste, também, um problema de regência com o verbo chamar. Edno Pimentel · 11 de agosto de 2013 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola «Ela não "quero"» A preocupação de uma ama por a menina só querer fazer «pum pum» na fralda. E se é «de pequeno que se torce o pepino», melhor seria que a ama pudesse contribuir, também, com outros ensinamentos para o bom comportamento sobre a língua — escreve-se nesta crónica publicada pelo autor na sua coluna, Professor Ferrão, no semanário angolano Nova Gazeta, de 1/08/2013. Edno Pimentel · 4 de agosto de 2013 · 4K
O nosso idioma // O português em Angola «Ela está "meia" confusa» Mais uma crónica do autor sobre o confronto dos usos do português de Angola com a norma. Desta vez, um erro muito frequente em tudo o mundo lusófono: a confusão entre o advérbio meio e o adjetivo com a mesma forma. «Por favor, hoje não quero chatices com ninguém. Por isso, não me incomodem», alertou Melita depois do encontro para o acerto dos pormenores do pedido da irmã mais nova. Edno Pimentel · 25 de julho de 2013 · 12K