O nosso idioma // Histórias de palavras Da história da palavra burro à expressão «tijolo burro» Sobre as origens e a história do uso substantivo comum burro, o tradutor e latinista Gonçalo Neves elaborou o estudo aqui apresentado, que começou por ser a resposta à seguinte pergunta do consulente Rogério Monteiro (professor universitário, Senhora da Hora, Porto): «Nunca consegui que me exp... Gonçalo Neves · 22 de abril de 2015 · 40K
O nosso idioma // Testes e vídeos Da pronunciação ao uso das preposições e das novas regras do hífen O programa do provedor do telespectador da RTP, A Voz do Cidadão, de 18/04/2015, voltou a abordar erros cometidos nas legendas e nos noticiários da televisão pública portuguesa. Contando com a participação do editor executivo do Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, Carlos Rocha – (...) 20 de abril de 2015 · 4K
O nosso idioma // Gírias Obrigado eu Entre modismos de diversa proveniência e os chamados socioletos, de antes e depois do advento da internet, das redes sociais e dos "smartphones", uma «enxurrada de novas palavras» nos usos do português coloquial no Brasil – nesta crónica do autor publicada na versão digital da revista Carta Capital de 9 de abril de 2015. Alberto Villas · 11 de abril de 2015 · 8K
O nosso idioma // O português em Angola «Vais lember os dedos...» «‘Lember’, seja o que for – como se escreve nesta crónica do autor, publicada originariamente no semanário angolano Nova Gazeta, no dia 9 de abril de 2015 –, não é um comportamento invejável.» Nem, tão-pouco, recomendável... linguisticamente falando. Edno Pimentel · 9 de abril de 2015 · 6K
O nosso idioma // Tabuísmos O palavrão na selva digital Crónica da autoria da jornalista Clara Ferreira Alves, publicada no semanário português Expresso em 3/4/2015, sobre o uso do calão e dos seus eufemismos dentro e fora da «selva digital», sob o título "Com reticências". Clara Ferreira Alves · 6 de abril de 2015 · 9K
O nosso idioma // Evolução semântica O termo autista como insulto Porquê, e desde quando, uma patologia ou uma mera afetação de índole neurocomportamental como é o caso do autismo, passa a ter uma conotação – depreciativa e, não, raro ofensiva, mesmo – muito para além do sentido estrito da palavra em si? E quem mais recorre a este tipo de léxico? O Dia Mundial de Consciencialização do Autismo justificou este trabalho de duas jornalistas da agência Lusa, que a seguir se transcreve, com a devida vénia. Susana Venceslau, Gabriela Chagas · 5 de abril de 2015 · 8K
O nosso idioma // Histórias de palavras A história da palavra prémio na atividade seguradora Um consulente do Brasil – Rafael Blusky, de Salvador – enviou ao Ciberdúvidas a seguinte pergunta: «Gostaria de saber o motivo da prestação periódica a ser paga às companhias de seguro ser chamada de prêmio. Ao consultar o dicionário, aparentemente nenhum dos significados da palavra se assemelha ao que é usado desta forma, à exceção do que define o prêmio como tendo este sentido.» Gonçalo Neves · 31 de março de 2015 · 11K
O nosso idioma // O português em Angola «Afinal, aquerditas ou não?» «De onde terá saído essa nova e incorrecta forma de pronunciar este verbo regular da primeira conjugação – os que terminam em -ar? Não se pode sair para aí a ‘aquerditar’ em tudo o que nos é dito, sobretudo que se está num programa com audiência invejável como é esse, completamente azulado pelos jovens.» [crónica do autor, publicada no semanário angolano "Nova Gazeta" do dia 26/03/2015] Edno Pimentel · 26 de março de 2015 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola «Só tenho dois mil kwanzas pegado» Quando chove em Luanda, o caos no trânsito é o que se descreve nesta crónica do autor, publicada no semanário Nova Gazeta de 19/03/2015: engarrafamentos de 15 quilómetros e a confusão, também, com o dinheiro (não) “destrocado”... Choveu [em Luanda] e milhares de pessoas ficaram sem as suas casas. Mas de todas as lamúrias que ouvi – com muito choro e cólera à mistura –, nenhuma pessoa se recusava a receber mais uma. «A maka não está nas chuvas». Edno Pimentel · 19 de março de 2015 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola «Eu acho ‘memo’ fiz mal» A deficiente articulação numa canção do músico angolano Paulo Flores, nesta crónica do autor, publicada no semanário luandense Nova Gazeta, de 12/03/2015 – e onde, a par, se enunciam vários casos de mulheres que mudaram as nossas vidas. Edno Pimentel · 12 de março de 2015 · 5K