Controvérsias - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Polémicas em torno de questões linguísticas.
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Faz parte do senso comum dizer que «os brasileiros emigram para Portugal por causa da língua». O problema – no caso específico dos estudantes brasileiros no ensino superior português, como escreve a autora em artigo publicado no Diário de Notícias do dia 5 de fevereiro de 2018 – não reside apenas, nem principalmente, nas conhecidas dificuldades que encontram com a língua portuguesa falada em Portugal: diferenças de vocabulário, concordância, fonética, sotaques, regionalismos, gírias, etc. Pior: «A maioria não sabe que no ensino superior português o conhecimento da língua inglesa é fundamental (é cada vez mais comum o uso do inglês em aulas, bibliografias, participação em conferências e escrita de papers, já que a academia portuguesa quer marcar presença nas principais revistas científicas do mundo, e estas encontram-se, maioritariamente, em inglês).»

 

 

 

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A propósito de uma crónica transcrita na rubrica Pelourinho do dia 11 de janeiro de 2009

Uma controvérsia suscitada pelo consulente Paulo Medeiros, a propósito do texto «Não faz sentido», com a devida réplica da autora, Ana Martins.

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Os festejos em Portugal do Dia das Bruxas – o Halloween em inglês –, uma celebração até há poucos anos circunscrita a alguns países de língua anglo-saxónica (especialmente nos EUA), em 31 de outubro, véspera do feriado religioso do Dia de Todos os Santos, de forte tradição católica, e as suas reações extremadas entre “tradicionalistas” e “modernistas”.

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Reflexão desiludida da autora – docente numa escola de ensino básico e secundário no Alentejo –, a propósito dos resultados dos exames nacionais de Português  do 12.º ano em Portugal e sobre o que ela descreve como «promoção dos  “cábulas”».

[Versão completa do artigo saído no jornal "Público" do dia 19 de julho de 2017]

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«A palavra escravatura é uma palavra confusa e, mais do que isso, é propositadamente confusa», sustenta o historiador e escritor João Pedro Marques, em artigo publicado no "Diário de Notícias" de 24 de abril de 2017*, acrescentando de seguida: «A confusão não foi criada pelos que agora a utilizam e se limitam a reproduzir um mau uso herdado, mas pelos que, no século XIX, começaram a usá-la com duplo ou triplo significado.»

[artigo do autor a propósito de reações críticas na imprensa portuguesa às declarações do Presidente da República português, Marcelo Rebelo de Sousa, na sua visita oficial ao Senegal e onde, na ilha de Goréreconheceu a injustiça da escravatura abolida no país em 1761.]

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Este é um caso de deficiente transcrição fonética dos dicionários e contrária às regras fonotáticas do português – justifica neste texto a nossa consultora Maria Regina Rocha, a propósito da palavra «vintage».

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Poderá a boa pronúncia – que é matéria da ortoépia – ser imune à variação e inovação fonéticas que o uso evidencia? E até que ponto os estrangeirismos constituem uma verdadeira ameaça para a integridade de uma língua? O purismo tem futuro? Evocando a memória do normativista brasileiro Napoleão Mendes de Almeida (1911-1998), o jornalista brasileiro Leandro Karnal levanta várias questões em tom provocatório neste texto publicado em 15/2/2017 no jornal digital Estadão.

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Ainda a tradução do anglicismo error e o seu conceito no domínio tecno-científico, a propósito de dois anteriores textos desta controvérsia, As várias conceptualizações do termo erro e A tradução do inglês error por erro.

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Um consulente, que assina Thomas Holland, entendeu contestar a definição que, em duas perguntas – "Epistemólogo" e  "O significado de 'obstáculo etimológico'" –, se faz de epistemologia. As observações críticas por ele enviadas assentam numa perspetiva não coincidente, de todo, com outras do mesmo domínio da filosofia [cf. a nota editorial no fim]  – e, nessa medida, ultrapassando de algum modo o esclarecimento linguístico, como era o caso das duas respostas em causa. Fica o essencial, nesta rubrica do Ciberdívidas, em que se acolhe todo o tipo controvérsias relacionadas com a língua portuguesa.

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Réplica de Miguel Faria de Bastos à divergência de Gonçalo Neves expressa no artigo A tradução do inglês error por erro – que contestava o que, sobre essa passagem, o autor escrevera anteriormente no texto Inverdade e mentira + erro e desacerto, na linguagem jurídica.