Controvérsias - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
Início Português na 1.ª pessoa Controvérsias
Polémicas em torno de questões linguísticas.
Um livro sobre inclusão e diversidade
Duas ou três reflexões sobre mudança gramatical

 «Como linguista – ou porque sou linguista – não uso o sistema ELU. Mas se tiver estudantes que o usem, não corrijo, não sanciono.»

Reflexões da professora universitária e linguista Maria Antónia Coutinho sobre o livro No Meu Bairro e o uso que neste obra se faz do sistema ELU, como forma de linguagem inclusiva. Texto transcrito, com a devida vénia, do n.º 133 da revista digital Blimunda da Fundação José Saramago, de 3 de outubro de 2023.

«Bom dia a todos e todas!»
Será correto usar todos e todas numa só expressão?

«Está correto usar "bom dia a todos e todas"?»

O professor e gramático brasileiro Fernando Pestana responde a esta questão num texto aqui transcrito, com a devida vénia, do mural Língua e Tradição (Facebook, 25/09/2023).

¿Arcaísmo, traição à pátria ou senso comum?
O uso da interrogação invertida

A razão do uso ponto de interrogação invertido no início das frases que terminam como pergunta justificada neste texto* por quem o faz, habitualmente, o jornalista Jorge Morais.

* in semanário Tal&Qual, II Série, de 13 a 19 de setembro de 2023. Mantém-se a grafia do texto original.

A «bala de prata» que mata <br> os «problemas da habitação»?!...
Um uso feliz e outro mais fruste

Em Portugal, agudiza-se a crise da habitação, e, a propósito, emprega-se a expressão «bala de prata» como metáfora da solução para o problema. Um apontamento do bibliotecário e especialista em arquivística Paulo J. S. Barata.

A palavra <i>woke</i>
A dicionarização de um novo anglicismo em português

À língua portuguesa, assim como a outras, chegou, nos últimos anos, um novo adjetivo: woke. Daí decorrem outros termos, já aportuguesados, como wokismowokista. O que há, então, a dizer acerca dos mesmos? A esta pergunta responde a consultora do Ciberdúvidas Sara Mourato, num artigo que pretende dissecar o significado, a origem e a formação destes adjetivo e nomes. 

O «jeitinho brasileiro» de falar
As atitudes perante o desconhecimento linguístico

O linguista brasileiro Aldo Bizzocchi questiona, neste apontamento publicado no blogue Diário de um Linguista, de 7 de agosto de 2023, a ideia do «jeitinho brasileiro» de falar como legitimação para o mau uso do português.

O português de Portugal está em risco?
Uma variedade que «segrega e murcha»

«Se o português falado no Brasil absorve, enriquecendo-se, o falado em Portugal segrega, murchando-se. O professor de Português do meu filho no colégio renomado de Lisboa dizia-lhe que ele tinha de aprender o português “correto”. A secretária estrangeira de uma multinacional confessou-me que prefere falar inglês porque os chefes portugueses não gostam que ela fale ao telefone em português com sotaque. Espalmamos o português para se tornar mais nosso.»

Considerações do economista Rodrigo Tavares sobre as atitudes existentes em Portugal quanto à diversidade da língua, neste artigo de opinião publicado no dia 20 de julho de 2023 no semanário Expresso

Como a linguagem neutra<br> virou guerra cultural no Brasil
O viés masculino na linguagem

Como o movimento feminista contra o «viés masculino na linguagem» virou um verdadeiro campo de batalha linguístico no Brasil, à volta do uso de «todes» em vez de «todos» e  a recusa de termos masculinos que se refiram a grupos de pessoas de géneros distintos. 

 Trabalho da BBC News, com a data de 7 julho 2023. Transcrito integralmente do original, com a devida vénia.

Afinal o que é a linguagem inclusiva?
Cinco perguntas e respostas

«Que espaço há na língua portuguesa para mudança? Para mais inclusão? O Expresso foi ouvir especialistas em linguística sobre este assunto.»

Texto da jornalista Rita Monarca Almeida publicado na edição digital do semanário Expresso em 30 de junho de 2023.

 

Maluquices das traduções de português…<br> para português

«Como soaria Drummond de Andrade aportuguesado? E Fernando Pessoa abrasileirado? Há termos que desconhecemos?»

Artigo do jornalista português Nuno Pacheco, transcrito do Público do dia 14 de junho de 2023. Escrito segundo a norma ortográfica de 1945.