Controvérsias // Multilinguismo e União Europeia Que ordem linguística para a nova União Europeia? O Brexit e as soluções alternativas em aberto. « (…) Tudo vai passar pela expressão generalizada do bilinguismo: a língua materna e um segundo idioma. E, para este, o Inglês tomou definitivamente a dianteira, enquanto a língua mais universal e “neutra”, na falta de um qualquer esperanto que fracassou (…)».Azar do colunista, logo nesta introdução perentória. (...)» [in"Público" o dia 18/07, em resposta ao artigo "A torre de Babel da União Europeia, sem o Reino Unido. E agora?”, assinado por António Bagão Félix, no mesmo jornal de 5/07] Miguel Faria de Bastos · 18 de julho de 2016 · 4K
Controvérsias // Multilinguismo e União Europeia As línguas na Europa: o que mudará com o Brexit? «O que faz falta à Europa é uma abordagem de política linguística que vá além da opção "por defeito" da simples submissão à hegemonia e ao domínio do inglês», escrevem os autores* deste artigo dado à estampa no jornal "Público" no dia 1/07/2016. * coordenadores de equipas no consórcio europeu de investigação "Mobilidade e Inclusão na Europa Multilingue" (MIME). MIME (Mobilidade e Inclusão na Europa Multilingue) · 1 de julho de 2016 · 4K
Controvérsias // Multilinguismo e União Europeia O inglês, língua oficial da União Europeia, mesmo depois do Brexit? Com a saída do Reino Unido da União Europeia – o já tão generalizado Brexit, no original da língua hegemónica da globalização económico-financeira –, tem sentido o inglês manter-se como língua oficial das instituições comunitárias? É o que questiona o jornalista português Eduardo Oliveira e Silva, no artigo "Brexit: a vitória da mentalidade tabloide", publicado no jornal “i” de 29/06/216 (...). Eduardo Oliveira e Silva · 29 de junho de 2016 · 5K