nas expressões «encontro de cientistas» e «encontro científico»
O complemento do nome e o adjetivo relacional
nas expressões «encontro de cientistas» e «encontro científico»
nas expressões «encontro de cientistas» e «encontro científico»
Antes de mais, quero agradecer e elogiar o vosso precioso trabalho, pois tem-me sido muito útil.
Por vezes, fico baralhado com estas duas funções sintáticas até porque já me deparei com diferentes classificações apresentadas em cadernos de atividades para a mesma frase.
Tomemos como exemplo as seguintes frases [sic]: «O encontro de cientistas»; «O encontro internacional de cientistas»; «O encontro científico»; «Indústria sueca»; «economia europeia»; «O livro de português».
Nas frases apresentadas, como já vi diferentes classificações, afinal são modificadores ou complementos?
Já agora aproveito para tirar outra dúvida: «Versões tradicionais» – trata-se de um adjetivo qualificativo ou relacional?
Agradeço a atenção que, certamente, dispensarão às minhas questões.
[N.E. – Os exemplos apresentados não são frases, mas sim sintagmas ou grupos nominais.]
À porta/ na porta
Se eu estou na frente da casa de alguém, eu digo: «estou na porta de sua casa» ou «estou à porta de sua casa»?
Obrigado, esse portal de dúvidas tem-me sido especial.
O sujeito e o predicativo do sujeito
na frase «A personagem principal é a Sementinha»
na frase «A personagem principal é a Sementinha»
Na frase «A personagem principal é a Sementinha», qual é o sujeito?
Na minha opinião o sujeito é «a Sementinha» já que «a personagem principal» é o predicativo de sujeito.
No entanto, na correção proposta pelo manual de Português do meu filho, a resposta é precisamente o contrário. Como pode um nome próprio, neste caso Sementinha (da obra de Alves Redol), ser um predicativo de sujeito?
Agradeço os vossos esclarecimentos.
O verbo abismar
Tomemos a frase: «As rosas abismam o presente com a imagem do paraíso.»
O verbo abismar pode ser utilizado desta maneira (com o sentido de «assombrar, maravilhar»)?
Obrigado.
Gramática e autores literários:
uma dúvida do escritor Augusto Abelaira (1926-2003)
uma dúvida do escritor Augusto Abelaira (1926-2003)
Ouvi falar de uma história em que um autor português, em dúvida sobre um aspeto gramatical, consultou um gramático para o elucidar. O mesmo gramático respondeu-lhe, dando como referência as obras desse mesmo autor.
Gostaria de saber mais pormenores sobre esta história (nomes, datas ou a questão tratado), caso a reconheçam.
Muito obrigado.
O campo lexical de praia
As palavras areia, mar, bandeira, ondas fazem parte do campo lexical ou semântico da palavra praia? E as palavras saudade, paixão… podem estar de alguma forma relacionadas com o campo semântico de praia?
Obrigada.
A locução adverbial «de sempre» como deítico temporal
Na frase «Esse é o livro mais lido de sempre», a expressão «de sempre» é um deítico temporal?
Agradeço a orientação.
O nome comum rímel
Recentemente, tive conhecimento que a palavra rímel não deve ser utilizada porque é uma marca de "máscara de pestanas". Dicionários como a Infopédia e o Priberam continuam a ter esta palavra listada como termo para definir "máscara de pestanas". O mesmo acontece em relação a outras marcas, como gilete e kispo.
Não se pode mesmo utilizar estes termos por serem marcas comerciais?
O topónimo Bornazeiro Cortado
(Castelo Branco)
(Castelo Branco)
No concelho de Castelo Branco, freguesia de Santo André das Tojeiras, há um lugar designado Bornazeiro Cortado. O que é um "bornazeiro"?
«Triângulo amoroso de três homens»: um pleonasmo
«Triângulo amoroso de três homens» está correto ? Sendo um triângulo já pressupõe três elementos.
É redundante? É um pleonasmo ? Deve ser aceite como rodapé de um telejornal ?
Obrigada.
