«Por levas» e «em levas»
A locução adverbial «em levas» quer dizer o mesmo que «por levas», repetidamente?
Muito obrigado!
A expressão «estar sem eletricidade»
A expressão «Estar sem eletricidade» não é linguisticamente correta nem corresponde à terminologia adequada?
Poderá ser aceite como sinónima a «sem fornecimento elétrico»?
Obrigado.
O advérbio sequer no português vicentino (séc. XVI)
Gostaria de saber como se deve interpretar a afirmação da Ama em Auto da Índia:
«Mostra-me essa roca cá:/ siquer fiarei um fio.»
Trata-se de uma expressão de aceitação da tarefa de fiar ou de uma rejeição?
Grata pelo esclarecimento.
Elipse parcial do predicado
Na recente campanha do Metropolitano de Lisboa, para reforçar a vigilância dos passageiros sobre a sua segurança e os seus bens, lê-se a seguinte mensagem:
«Se algo não lhe parecer seguro, pode não ser. Na dúvida, recolha o máximo de elementos e avise um funcionário Metropolitano.»
Não há qualquer coisa de forçado na primeira frase: «Se algo não lhe parecer seguro, pode não ser.»?
Percebe-se que «pode não ser» se refere a «algo», mas afigura-se mais natural uma frase como «algo que não lhe pareça seguro pode não ser realmente»?
Porque acontece isto?
Obrigado.
Sidéreo
A palavra sidéreo (como sinônimo de sideral) já caiu em desuso em nosso idioma?
E, caso sim, tem quanto tempo na realidade desde a queda delas?
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
A locução «no que...» (Brasil)
Falar "no que" no lugar de quando está errado?
E por quais motivos estará errado (caso esteja)?
Por exemplo, «No que eu chegar em casa, telefono para você!» (uso de "no que" em substituição a quando)?
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
O nome sorriso-de-maria
"Sorriso de Maria" é uma planta do gênero Aster.
Devo escrever "sorriso-de-maria", "sorriso-de-Maria", "sorriso de maria" ou "sorriso de Maria"?
Devo escrever com inicial maiúscula ou minuscula? E qual o plural?
Obrigado.
O género de Metropolitano de Lisboa, E. P. E.
Venho colocar uma dúvida sobre o uso do feminino ou do masculino relativamente ao substantivo da empresa Metropolitano de Lisboa, E. P. E.
De acordo com as vossas respostas a outras dúvidas relacionadas com os nomes de empresas ou marcas (como aqui), tem sido demonstrado que o uso correto é a precedência do artigo definido feminino (a/as), por subentender-se o nome «empresa» ou «marca».
Contudo, a empresa Metropolitano de Lisboa, E. P. E., é mencionada, no diploma que a rege, por «o Metropolitano de Lisboa, E. P. E.» (veja-se: Decreto-Lei n.º 148-A/2009, de 26 de junho).
Questiono se nesta situação há um entendimento que permita o uso indiferenciado dos artigos definidos masculino e feminino.
Grato pela atenção.
A regência de contributo
Deparei-me com uma dúvida relativamente à regência da palavra contributo. A construção correta, ou preferível, seria «o contributo da oralidade para a criação de ...» ou «o contributo da oralidade na criação de ...»?
A preposição em (contraída no artigo na) é aceitável e legitimada neste contexto para indicar o âmbito ou o processo em que o contributo se manifesta, ou a regência normativa exige exclusivamente a preposição para para indicar a direção ou o resultado?
Agradeço, desde já, a vossa disponibilidade e esclarecimento.
O verbo denunciar
Num aviso automático gerado pelo Google, associado a uma mensagem que recebi, leio:
«Por que motivo esta mensagem parece spam
Mensagens semelhantes que recebeu foram identificadas como spam. A Google mantém as suas informações pessoais privadas, seguras e protegidas.
Denunciar como seguro.»
Parece-me que a injunção final, «denunciar como seguro», está incorreta e provavelmente resulta de um efeito de espelho em relação a mensagens como «Denunciar como spam», em que há de facto a necessidade de evitar a receção de conteúdos supérfluos.
Não seria mais correto «Comunicar como seguro»?
