DÚVIDAS

«Eis que»
Gostava de saber se existe registro oficial, e com referência lexicográfica, que trate de abonar, especificamente, o uso da locução «eis que» em acepção diferente de «subitamente»/«de repente». Eu não encontrei. Não obstante, deparei-me com os seguintes empregos da expressão, motivo de minha dúvida: «Entre o oficialato mesmo, não se conhece um que proceda de família ilustre ou renomada, eis que nenhum aristocrata aceitará farda na família.» (JU) «[…] deve-se aguardar o procedimento previsto para a execução contra a Fazenda até a expedição da requisição – incumbência do Juízo, não podendo ser imputada como falta ou violação de um dever pelo INSS, eis que a ele é defeso fazê-lo.» Obrigado.
Ambiguidade de mais: «e mais jogou bola na vida»
 Li a seguinte manchete: «Neymar mostra rua no litoral de SP onde deu o 1° beijo e mais jogou bola na vida.» Algo soa estranho na frase. Creio que isso se dê por conta da ausência de um segundo onde antes de «mais jogou bola na vida». Gostaria de saber se a construção - como vai no jornal - está correta ou, caso não esteja, se há forma mais clara e agradável de escrevê-la. Obrigado.
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