Arrumar e arranjar
Pedia o vosso parecer sobre os segmentos destacados e perguntava ainda se o verbo arrumar, significando arranjar-se, pode ser usado nesta frase:
«Antes de sair com o filho, a mãe arrumava-O muito bem e obrigava-O a ir à missa.»
Obrigado.
«Falar com» e «falar para»
Considerando as frases «Espera um bocadinho que eu já falo para ti», ou «Espera um bocadinho que eu já falo contigo», qual é a correta?
Qual é a diferença entre «falo para ti» e «falo contigo»?
Obrigada.
A locução adverbial «ainda assim»
«Ainda assim» pode ser considerada locução concessiva?
Obrigada.
«Logo depois», locução adverbial temporal
Perguntava-vos se é possível começar uma frase com logo:
«O filho portou-se mal. LOGO depois, foi castigado.»
Obrigado
Nomes de matéria: «sapatos de couro»
Na frase «Os sapatos de couro são os meus preferidos», a expressão «de couro» é complemento do nome?
O nome tasco e os registos linguísticos
A frase «Vamos a todo o tasco» está correta?
Obrigada.
O nome e adjetivo tatibitate
Acerca do conto de T. Braga "As irmãs gagas", li a seguinte frase:
1. São as irmãs «tatebitate» porque trocam muitas consoantes.
Perguntava-vos:
1.1. Se conseguem adiantar uma justificação para que a palavra ainda apareça assim escrita na frase/conto que li (Publicações Dom Quixote) e não na grafia atual (tatibitate). A palavra terá sofrido alguma alteração ortográfica, por exemplo?
1.2. Na frase indicada acima, por que razão a palavra aparece no singular? É que no texto recolhido por T. Braga se lê assim: «O noivo assim que viu que todas eram tatebitate desatou a rir e a fugir pela forta fora.» Perguntava-vos se não poderá corresponder à forma obsoleta de tatibitaite.
Cumprimentos.
A sequência «... mas também...»
Relativamente à frase «O acesso à Internet traz vantagens, mas também desafios», perguntava se esta locução não exigirá o outro termo em falta («não só... mas também»).
Obrigado.
O verbo vigorar
Qual a função sintática da expressão «ao longo dos tempos», na frase «Os sistemas de estrutura social que vigoraram ao longo dos tempos em muitas sociedades».
Antecipadamente grata.
O verbo dizer com interrogativa indireta
Gostaria de ver uma dúvida relativa à classificação de uma oração subordinada substantiva esclarecida.
Na frase «Ele não nos disse quanto ganhou», o meu primeiro pensamento seria classificá-la como oração subordinada substantiva completiva, seguindo a estrutura de substituir a oração subordinada por isso («Ele não nos disse [isso].»).
No entanto, sabendo que as conjunções completivas são normalmente limitadas a que, se e para, seria mais correto classificá-la como relativa?
E caso possa ser considerada completiva, qual seria o antecedente de quanto (uma vez que as relativas não têm antecedente)?
