‘Pomis’ e ‘illecebrosis’
Gostaria que me indicassem o que quer dizer "Pomis" e "illecebrosis", neste contexto:
«Arbor erat pirus in uicinia nostrae uineae pomis onusta nec forma nec sapor illecebrosis.»
Grata pela vossa atenção e aguardo a vossa resposta.
«Aí/ali/aqui é que a porca torce o rabo»
Qual o significado da expressão «agora é que a porca torce o rabo»?
A autobiografia "parsemeada" de Jorge Listopad
No "Jornal de Letras" n.º 894, na última página, no texto intitulado "Na escada rolante" (da série "Autobiografia"), Jorge Listopad escreve a dado passo (no ponto 7): «Não tenho verdadeira autobiografia para além daquela parsemeada pelo que escrevo, enceno e até ensino.» A palavra parsemeada (particípio?) despertou-me a curiosidade. Não consta na vossa base, nem no Houaiss. Terá sido gralha?
O hífen com o prefixo psico-
Agradecia que me informassem em que circunstâncias o prefixo psico leva ou não hífen quando se liga a outra palavra. Obrigado.
Planidade
Na minha especialidade, tenho muitas vezes que mandar avaliar (medir) em que medida a superfície de uma determinada peça se apresenta ou não plana.
Como devo solicitar o trabalho:
– medir a planicidade da superfície? – medir a planeidade da superfície? – outra forma?
Obrigado.
Hipoglicémia ou hipoglicemia?
A minha dúvida é qual das seguintes palavras está correctamente escrita: hipoglicemia ou hipoglicémia. Obrigada.
Acentos que não marcam a tónica
Olá, sou licenciada em ensino de Português e os meus amigos colocam-me frequentemente dúvidas sobre a Língua Portuguesa. Recentemente um deles leu numa gramática que nem sempre o acento gráfico de uma palavra corresponde ao acento tónico, dando como exemplo a palavra 'boémia'. Esta é uma questão à qual tive dificuldades em responder. Será assim? Qual a justificação? Está relacionado com a etimologia? Podem-me dar uma ajuda?
«À escola»
Gostaria de saber como classificar o complemento "à escola" em: ódio à escola (de acordo com a gramática tradicional). Obrigado.
Diegético e homodiegético
Lendo, encontrei estes termos cujo significado não encontrei, quer na Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, quer em José Pedro Machado (edição da SLP); por isso recorro a vós.
Cito:
«A cronologia está certa, as discrepancias são mínimas, o narrador é autodiegético, a personagem principal dos acontecimentos narrados»
Mais abaixo:
«É então que o narrador passa a homodiegénico, se transforma num dos componentes do grupo...»
Compreendo o sentido; mas gostava de saber o significado correcto dos termos e a etimologia dos mesmos, etc.
Desde já grato pela lição.
Os gentílicos terminados em -i
Quais são a origem e a história (no nosso idioma e em outras línguas) do sufixo i, que forma gentílicos, tais como bagdali, concani, hindustani, israeli, omani, somali, etc.?
Ao que parece, em farsi e nepali, ele também forma nomes de línguas, à semelhança do que ocorre com outros sufixos, como -ano, -ão, -ês, que formam palavras, que são ao mesmo tempo gentílicos e nomes de línguas. Exemplos: coreano, alemão, português.
Poderiam fornecer-me a lista completa dos gentílicos formados pelo sufixo i e já incorporados ao léxico português?
Aproveito o ensejo para cumprimentá-los pelos bons serviços que prestaram ao Idioma Português durante este ano, prezados consultores do Ciberdúvidas.
Mais uma vez, os Amigos souberam fazer esse sítio brilhar como a luz de mil sóis. Parabéns! A todos desejo um próspero e venturoso ano de 2 005. Que Deus os abençoe todos!
Muito obrigado.
