Nova terminologia linguística em Portugal: auxiliares, modais e sintaxe
Gostaria de começar por lhes agradecer a ajuda que me têm dado na resolução das muitas dúvidas que a língua portuguesa levanta. Muito obrigada! Entretanto, aqui lhes coloco mais algumas questões: 1. Não encontrei na nova Terminologia linguística o conceito de conjugação perifrástica. Deve continuar a ser considerado? Será que a análise do aspecto verbal e dos valores modais substitui o estudo da perifrástica? 2. Quando, numa frase, surgem os verbos modais dever e poder, estes devem ser encarados como meros auxiliares ou devemos vê-los como núcleo de um grupo verbal e seleccionando uma oração não finita como complemento directo? Assim, a frase «Devo trabalhar» deve ser analisada como uma frase simples ou complexa? 3. Como analisar sintacticamente frases do tipo «Cansada, ela calou-se»? Muito obrigada.
Pó de talco
Dos dois dicionários que consultei verifiquei que registavam formas diferentes para a grafia de «pó de talco»: no Houaiss «pó de talco», sem hífens, e no da Academia «pó-de-talco», com hífens. Gostaria então de saber qual a forma mais acertada e porquê.
A origem do apelido/sobrenome Mesquita
Eu queria saber a origem do apelido Mesquita.
A tradução de “focus groups”
Qual a melhor tradução para "focus groups"? Tenho encontrado algumas variações como «grupos de foco», «focus grupos» ou «focus-grupos». Muito obrigado pela atenção.
A tradução de “purpurogallin” (bioquímica)
Qual a tradução de "purpurogaline" (fr.)? Por vezes, deparo-me com a dificuldade de encontrar a tradução para português de certos termos de bioquímica. Difíceis de encontrar na Internet ou nos dicionários. Têm alguma sugestão? Desde já, muito grata pela vossa colaboração.
Vírgulas e pontos em numerais cardinais
Na edição de dia 26 de Janeiro do “24horas”, diz o Sr. Prof. Tavares Louro que os anglófonos inserem um ponto para separar as classes dos números. Ora, para além desse caso, julgo que há outra situação em que estamos erradamente a inserir um ponto, em vez de uma vírgula: a das décimas.
Por exemplo, a frequência da Antena 2 é 94,4, julgo eu, e não 94.4, como se diz.
Ou o que aparece nas máquinas de calcular.
Suponho que a origem disto seja americana.
Sendo assim, como distinguem os anglófonos as duas situações? A das décimas e a da separação das classes de números? Com os meus cumprimentos.
Os nomes próprios Ptolomeu e Ptolemeu
Ao referirmo-nos aos membros da famosa dinastia do Egipto, ambas as versões estão correctas? Os dicionários apresentam uma ou outra grafia.
Ainda a grafia de Fuzeta
Em recente deslocação à Fuzeta, reparei que na placa que indica o acesso a esta localidade é utilizada a variante "Fuseta". Contudo, na placa que assinala a entrada na localidade consta a variante "Fuzeta". Julguei por isso que a primeira placa continha um erro ortográfico, opinião corroborada pela vossa resposta de 20-6-2005. No entanto, ao visitar o "site" da Câmara Municipal de Olhão constatei que esta localidade é mencionada umas vezes como "Fuzeta" e outras como "Fuseta". Para aumentar a confusão, nas armas da junta de freguesia consta a variante "Fuseta". Consultando o "site" do STAPE, verifica-se igualmente o uso da variante "Fuseta" para designar esta freguesia. Posto isto, pergunto: Devo manter a minha convicção inicial de só aceitar a variante "Fuzeta"? Serão afinal as duas variantes aceitáveis? Será que as variantes "Fuzeta" e "Fuseta" representam realidades distintas, referindo-se a primeira ao nome da localidade e a segunda ao nome da freguesia? Agradeço-vos a gentileza de uma resposta. Agradeço-vos ainda mais a excelência do vosso trabalho.
O termo “patogenicidade”
Deve dizer-se “patogeneidade” ou “patogenicidade”?
Acentuação em Fabíola, Gláucia e Glaura
Gostaria de saber se os nomes a seguir levam ou não acento. Ex:
“Fabiola”, “Glaucia”, “Glaura”.
Não estou conseguindo justificar a ausência e a presença de acentos.
Obrigada.
