A grafia do nome próprio Gilson
Tenho uma simples e objetiva pergunta a fazer: segundo as normas de acentuação da língua portuguesa (AO 1990), deveria acentuar-se o nome próprio Gilson? Se não, por quê? Agradecer-lhes-ia, também, se me citassem a origem e o significado do mesmo nome.
Muito obrigado!
Satiríase
A minha dúvida tem que ver com uma questão que gerou alguma confusão e não menos ignorância.
Aplica-se ninfomaníaca (ninfomania) às mulheres. E aos homens? Satiromaníaco (satiríase)?
Bem hajam pela página ao serviço da língua e de quem dela quer sentir-se menos distante.
Supressão de preposições em complementos verbais
A propósito da polémica levantada na opinião pública por ter sido visto a fumar no avião que o transportava na sua viagem oficial à Venezuela, o senhor primeiro-ministro José Sócrates proferiu os seguintes enunciados que transcrevo, do jornal Público do dia 15 de Maio desse ano: «Tenho o convencimento que se podia fumar»; «estava convencido que não estava a violar nenhuma lei»; «Tenho agora consciência que os fumadores inconscientemente podem violar normas e regulamentos.» Em minha opinião, os três enunciados enfermam de erros de construção, por omissão da preposição de antes da conjunção subordinativa substantiva que, por as estruturas «ter conhecimento», «ter consciência», «estar convencido» e outras similares regerem essa preposição como, por exemplo, «chegar à conclusão». Com efeito, ter conhecimento, ter consciência, estar convencido, chegar à conclusão serão, em minha opinião, ter conhecimento, ter consciência, estar convencido, chegar à conclusão de algo, por isso o emprego da preposição de antes de que. São muito frequentes estas ocorrências mesmo em escritores de nomeada, para não falar nos média e nas intervenções públicas dos diversos agentes sociais, que me parecem incorrectas. Estarei errado? Agradecia o vosso comentário esclarecedor sobre esta questão.
Ásio-americano
Existe a palavra "ásio-americano"? Se sim, o primeiro elemento deve grafar-se com ou sem acento gráfico?
Grata pela resposta.
Sobre as expressões «Não me pareceu» e «Não nos pareceu»
Grata ficaria pelo favor de me esclarecerem se as expressões seguintes, que ouço e leio frequentemente, são correctas:
«Não me pareceu.» «Não nos pareceu.»
Pareceu corresponde à terceira pessoa do singular do pretérito perfeito de parecer. Ora, isto colide, quanto a mim, com me e nos, primeira pessoa do singular e primeira pessoa do plural, respectivamente.
Se o meu raciocínio estiver certo, quais os equivalentes gramaticalmente correctos?
Já agora; «por favor <noreply@ciberduvidas.pt> <whe-ld2b@kaspop.com> » não é mais um estrangeirismo, desta feita, um espanholismo?
O vernáculo não será «se faz favor», que até é mais bonito e elegante?
Reitero os meus agradecimentos.
A pronúncia da palavra freeport
Como se lê a palavra "freeport"?
A regência do verbo aferir
Qual a regência do verbo aferir?
As acepções da palavra idiota + a palavra estonar
Sempre ouvi dizer que um idiota era um indivíduo que tinha muitas ideias.
No entanto, consultando vários dicionários, não há um que tenha essa acepção.
Terá sido um significado que se lhe deu na linguagem popular mas que nunca foi dicionarizado, ou terá sido dicionarizado mas com o passar dos anos se desvaneceu?
Aproveitando, faço também uma pergunta sobre a palavra estonar. Esta significa «tirar a tona a; descascar, etc». Qual a explicação que se encontra para a palavra se escrever dessa forma, e não "destonar"?
«Sector de(das) florestas e de uso de terra(s)»
Como devo escrever: «sector de florestas e de uso de terras», ou «sector das florestas e de uso de terra» [florestas e uso de terra (ou solo) é uma classificação "sectorial" habitualmente utilizada em questões ligadas com o Protocolo de Quioto e controlo de gases com efeito de estufa]?
O significado das palavras estanqueira e inculcadeira
Estou lendo o romance de Eça de Queirós O Primo Basílio e gostaria de saber o significado das palavras estanqueira e inculcadeira. Procurei em dicionários brasileiros e não encontrei.
Desde já agradeço a atenção.
