As regências do substantivo tendência
Queria saber qual é a forma exacta para utilizar correctamente «ter tendência»:
«Os jovens têm a tendência a criar amizades», «Os jovens têm a tendência de criar amizades» ou «Os jovens têm tendência a criar amizades».
Obrigada.
«Segunda demão» (de tinta)
Um amigo corrigiu-me quando lhe disse que ia dar uma segunda mão de tinta às cadeiras. Segundo ele, deveria ter dito «segunda demão». Poderiam, por favor, tirar-me esta dúvida? «Mão» ou «demão», neste caso específico?
Obrigada.
Fascite, fasciite e fasceíte
No hospital em que trabalho é comum escrever-se «fasceíte» para designar a inflamação de uma fáscia. Mas não deveria a palavra formada ser originada da junção do étimo "fasci" com o sufixo "ite": ou seja, "fasciíte"?
Grato pela atenção que sempre dispensaram às minhas dúvidas!
A pronúncia de colite
Gostaria de saber se o o de colite se pronuncia aberto ou fechado.
Obrigada.
Vogal de ligação em compostos de origem grega e latina
A vogal i é sempre vogal de ligação de morfemas de origem latina, e a vogal o é sempre vogal de ligação de morfemas de origem grega; ex.: "carnÍvoro" e "sarcÓfago"?
Grato.
Ainda a maiúscula inicial nas designações das línguas
Já percorri todas as vossas entradas sobre este assunto e consultei prontuários e gramáticas, mas a minha dúvida persiste: os nomes das línguas podem ser grafados com maiúsculas?
Se seguirmos a resposta de Rui Ramos de 17/01/2003, que encontramos também nos manuais referidos, só poderemos identificar a língua com maiúscula se for considerada um disciplina de estudo? (Ex.: Fazer os trabalhos de Inglês). Mas, e o dicionário de Inglês? E falar Inglês (ou qualquer outra língua, claro) ou traduzir do Inglês/Francês/Italiano para Português?
Estarei a ser influenciada pelas maiúsculas dos gentílicos ingleses?
Penso que a identificação da língua como tal justifica o uso do nome próprio, mas agradecia a vossa opinião.
Obrigada.
A divisão silábica do verso «ondados fios de ouro reluzente»
Como se faz a divisão silábica do verso «ondados fios de ouro reluzente»?
Obrigada.
Sobre os nomes colectivos
Com quatro gramáticas, duas das quais de 2009, obtenho subclasses diferentes do nome, mas o que me interessa saber mais especificamente é se os nomes colectivos passam a constituir-se como subclasses dos comuns, passando a designar-se nomes comuns colectivos (como está numa gramática de 2009, da Areal Editores), ou não, uma vez que as outras não dão essa indicação, classificando-os apenas como nomes colectivos e como subclasse do nome.
Grata pela atenção!
O feminino de guepardo
Qual o feminino de guepardo, também conhecido como chita?
O neologismo tudólogo
Tenho lido por vezes em diversos blogues, maioritariamente dedicados à política portuguesa, o termo tudólogo, designando alguém que discursa e tem opinião sobre diversa áreas (política, sociedade, actualidade internacional, etc.), visando essencialmente os comentadores que discursam no canais de televisão (mas também em jornais e Internet). O termo é utilizado de uma maneira algo depreciativa. Será a palavra tudólogo um neologismo e uma palavra possível de ser formada?
