DÚVIDAS

A formação dos patronímicos
Como eram formados os patrônimos em português (ou ibéricos)? Vários nomes parecem apenas adicionar -es, por vezes deitando fora a vogal final (Henrique – Henriques; Fernando – Fernandes; Martim – Martins), enquanto em outros parece haver influência de formas mais arcaicas do nome ou evolução do próprio patrônimo (Vasco – Vaz; Gonçalo – Gonçalves; Diogo – Dias). Existe uma regra geral que se possa formular?
Duche e ducha
Ouço e leio com frequência esta frase: «Vou tomar uma ducha» (banho de chuveiro). Pensei que o correcto seria «um duche». Na gíria futebolística então é corrente: «vai para o duche mais cedo», etc. Acontece que há dias, ao ler A Cidade e as Serras, Eça escreveu uma frase em que entra a palavra ducha referente a banho. Não sei se de chuveiro ou outra forma de banho. Não me lembro da frase, mas anotei para colocar a pergunta: Qual a forma correcta, ou serão os dois géneros correctos?
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