DÚVIDAS

«Temos a/que/para...» + infinitivo
Deve dizer-se, rigorosamente: a) «Temos muito a aprender com os mais velhos»;b) «Temos muito que (e não «de», com sentido de obrigação) aprender com os mais velhos»; ouc) «Temos muito para aprender com os mais velhos»? As formas que me parecem mais correctas são a b) e c); no entanto, ouço dizer muitas vezes como em a). Para outras formas verbais, como, por exemplo, fazer, é igual? Muito obrigado antecipadamente.
O significado de galifão
Ando a ler Os Colonos, de António Trabulo. Possuo vários dicionários Português-Neerlandês/Inglês/Francês, até o Lello Universal, e consigo entender 99% das palavras, [excepto] a expressão "galifões", de que não encontro o sentido. Cito: «Havia galifões no bairro. Nenhum reinava muito tempo. O vinho, a tuberculose e a polícia deitavam-nos abaixo.» Nem uma pesquisa "google" o esclarece, porque as pessoas usam "galifão" como pseudónimo sem juntar mais explicações. Espero que o Ciberdúvidas possa ajudar. Grato, desde já, pelo vosso esclarecimento.
Requisitos e pré-requisitos
Tenho notado que, nos documentos relacionados com a área de formação, encontramos frequentemente a palavra "pré-requisitos" quando se pretende designar condições prévias para frequência de uma determinada acção de formação. Parece-me desnecessário colocar o prefixo pré, já que a palavra requisitos significa, por si, «condições prévias»: bastaria usar a palavra requisitos e não "pré-requisitos". Não sei se me podem esclarecer sobre este assunto.
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