«É de mais» vs. «É demais»
Na frase, «Eu não aceito isso, é de mais!», «de mais» é junto ou separado?
Muito obrigado!
A expressão «fungagá da bicharada»
Gostaria de saber a origem da expressão «fungagá da bicharada», popularizada por José Barata Moura no seu famoso programa infantil e canção que lhe dá título.
Ênclise no subjuntivo (frases optativas)
É sabido que os tempos do subjuntivo são quase invariavelmente precedidos de partículas atrativas (conjunções integrantes, condicionais ou teporais), o que impõe a próclise.
Todavia, em contextos de exclamação optativa ou em construções elípticas, seria gramaticalmente aceitável o uso da ênclise?
Por exemplo, num contexto de fala ou de escrita literária, em vez de «Oxalá o pudesse (fazer)!» ou «Quem me dera que o pudesse!», seria lícito dizer «(Eu) Pudesse-o!»? Existe algum registo histórico ou norma que autorize a ênclise no subjuntivo quando este inicia a frase sem a presença de partícula atrativa?
Obrigado.
Infinitivo pessoal e o pronome o
No que concerne ao infinitivo pessoal (ex.: para eu pô-lo..., para tu pore-lo...), a norma culta preconiza a ênclise como regra ou a colocação é facultativa quando o pronome é o acusativo "o" (e suas variantes lo/no)?
Em construções como «para eu o fazer» ou «para eu fazê-lo», existe alguma preferência entre o português europeu e o brasileiro, ou alguma restrição sintática que torne uma das formas menos recomendável?
Obrigado.
Luso, como sinónimo de português
Gostava de saber se o gentilício luso é sinónimo de português ou se luso tem qualquer conotação histórica, geográfica que português não abrange.
Dublim e Dublin
Peço por favor a vossa confirmação sobre a grafia exata de Dublin em português europeu.
Julgo ser Dublim, conforme o vejo escrito nas páginas portuguesas da União Europeia, por exemplo, embora os dicionários Infopédia e Priberam escrevam Dublin.
Desde já, agradeço a vossa ajuda.
Brasil e Portugal: porquê diferentes nomenclaturas gramaticais?
Por que Brasil e Portugal possuem certas diferenças quanto a denominações, entendimentos e categorizações gramaticais (como, por exemplo, a diferença entre o «futuro do pretérito do modo indicativo» brasileiro e o «modo condicional» português)?
Há alguma razão para tais distinções e discordâncias que vá além dos fatores educacionais ou histórico-tradicionais já consabidos e estudados, tendo em vista que as primeiras normatizações oficiais de cada país a tratarem do assunto foram publicadas – pelo que sei até agora, e peço o perdão caso eu desconheça iniciativas anteriores – com um intervalo de quase uma década separando uma da outra (a Nomenclatura Gramatical Brasileira foi instaurada em 1959 e a Nomenclatura Gramatical Portuguesa, em 1967)?
Sinceramente, nunca entendi totalmente a situação e esta sempre me "aturdiu", especialmente após eu ter começado a pesquisar e a cotejar livros sobre a nossa língua, dicionários e gramáticas.
Desde já, agradeço a compreensão!
«Tudo de mau» e «tudo de bom»
Qual a forma correta: «Tudo de mal aconteceu na festa» ou «Tudo de mau aconteceu na festa»?
E qual a explicação para uma ou outra forma?
Obrigado!
O termo aéreo
Perguntava-vos se a frase «A sua manobra preferida é o aéreo» está correta do ponto de vista da concordância.
Cumprimentos.
Sinónimos de astuta e determinada
Na frase que se segue, podemos considerar inteligente como sinónimo de astuta?
E focada é sinónimo de determinada?
«Mas tinha sido visto uma raposa astuta que estava determinada a comer o queijo.»
Grato pela vossa atenção.
