Frase com estrutura de coordenação assindética
Numa acção de formação que frequentei há dias, o formador afirmou que a frase «O João come muito, contudo não engorda» não seria possível de dividir em orações, uma vez que se tratava de uma frase complexa composta por duas frases simples, situação que muito estranho. Pergunto se não estamos perante uma situação de coordenação assindética, uma vez que o advérbio conectivo contudo pode ser colocado no final da frase ou até omitido, assim como o advérbio de negação não também pode ser suprimido, resultando em: «O João come muito, [não] engorda [contudo]».
Almoçageme
Qual a origem e o significado da palavra almoçageme?
Obrigado.
Designadamente e o uso de vírgulas
Está completamente errado escrever designadamente entre vírgulas?
Satisfação, satisfeito, satisfazer e a palavra primitiva
Há dias surgiu-me uma dúvida: Considerando que as palavras derivadas têm origem numa palavra primitiva, como classificar as palavras satisfação, satisfeito, satisfazer, uma vez que não consigo encontrar qual a palavra primitiva, pois todas têm o seu vocábulo latino, que é diferente nos três casos? No entanto, ambas têm um radical comum: satisf-
Sinto-me um pouco confusa, pois, após algumas procuras, concluí que em algumas gramáticas se diz que as palavras derivadas têm origem numa palavra primitiva, ao passo que noutras se diz que têm um radical comum. Qual é a diferença?
Obrigada mais uma vez pela vossa ajuda.
A etimologia da palavra cócoras
Qual a origem etimológica da palavra cócoras?
O adjectivo peroneal ou peronial
Relativamente aos músculos da perna, escrever "peroneal" é correto? Não deveria ser "peronial"?
Dativo ético e de posse em português
Na frase «A raposa comeu o queijo ao almoço», consideramos «ao almoço» como modificador do grupo verbal, uma vez que não faz parte da estrutura argumentativa do verbo. E na frase «A raposa comeu o queijo ao corvo»?, como classificamos a expressão «ao corvo»?
A alteração de textos literários em função do novo Acordo Ortográfico
Os novos manuais para o 7.º e 11.º anos incluem textos escritos antes do Novo Acordo Ortográfico – textos literários e não literários; no entanto, os mesmos aparecem já com a nova grafia. Será legítimo alterar textos, nomeadamente os literários?
Acerca das duplas grafias no novo Acordo Ortográfico
Pela lógica, um acordo ortográfico serve entre outras coisas para normalizar a língua. Como se entende então que passe a haver um elevado número de palavras com múltiplas grafias possíveis em Portugal — ex.: aspecto e aspeto, caracteres e carateres, facto e fato, sector e setor, ceptro e cetro, concepção e conceção, corrupto e corruto, recepção e receção? Não trará isto ainda mais confusão desnecessária à língua? Porque não se obriga à escrita de uma única grafia? Não conheço nenhuma língua entre as mais faladas do mundo que admita tal enormidade. Qualquer dia nem vale a pena ter um dicionário para consultar a grafia correta das palavras se tudo começa a ser possível. Para isso voltemos aos tempos em que cada qual escreve como lhe apetecer sem qualquer regra, sempre seríamos mais coerentes.
Complemento adjectival, modificador adjectival e modificador do grupo verbal
Gostaria de saber qual é a função sintática desempenhada por «à poluição», «relativamente» e «no cinema» nas frases apresentadas. Devemos incluí-los no predicativo do sujeito, ou considerar que à exceção de «relativamente», que faz parte do predicativo do sujeito, «à poluição» é o complemento indireto e «no cinema» o modificador do grupo verbal?
1. «Os homens parecem indiferentes à poluição.»
2. «O acento circunflexo é relativamente raro.»
3. «Os sinais são frequentes no cinema.»
Antecipadamente grata.
