O plural de couve-flor
Porquê que o plural de "couve-flor" é "couves-flores" e não "couves-flor"? Não será a palavra "couve-flor" um substantivo composto por justaposição, em que o primeiro elemento é um substantivo, e o segundo, um substantivo com valor de determinante específico? É ou não "flor" o nome/designação específica daquela "couve"? Se assim for, dever-se-ia aplicar a regra em que só o primeiro elemento vai para o plural.
«Nada mais nada menos que...»
Gostaria de saber como deve ser a pontuação da expressão «nada mais nada menos» na frase seguinte. (Já vi essa expressão de maneiras as mais diversas.) «Ele era nada mais nada menos que um mentiroso.»
Obrigado.
O verbo tornar e o predicativo do sujeito
Como se analisa sintacticamente a frase: "Os alunos tornaram-se interessados pela obra camoniana."? Tenho recorrido a vários compêndios de gramática, mas nenhum parece esclarecer a minha dúvida... Muito obrigada.
‘Magna mentis’
Gostaria de saber se a expressão Magna Mentis está correta e qual a tradução. Obrigada.
Poder, persuasão, influência, comunicador, empresa
Gostaria de saber a origem das palavras e até um pouco da história das mesmas: poder, persuasão, influência, comunicador e empresa. Se me pudessem ajudar ou indicar um bom dicionário para procurar estes termos, eu agradecia.
Orvalhada = “rociada”
Qual o significado de "tomar uma orvalhada" no contexto das festas sanjoaninas no Porto? Estou a traduzir um texto sobre turismo para a língua castelhana e não encontro o significado adequado para este caso. Orvalho = Rocío (Esp). Orvalhada = rociada, escarcha? Obrigada pela vossa ajuda.
«Cheira a Lisboa» II
[Esta resposta vem completar uma anterior de um outro nosso consultor, A. Tavares Louro, à pergunta da consulente Manuela Caeiro] Qual a função sintáctica de «a Lisboa» na frase «Cheira a Lisboa»?
“Blister”
O que significa essa palavra?
A frase “retire este adesivo e cole no blister” é de um remédio.
Novo acordo, consoantes mudas, semiaberto, valor
Aqui d'El-Rei!! Foi-me ensinado por Gaspar Machado e al. de igual valôr (como ao tempo se escrevia), já lá vai tempo (serão sessenta anos?) que as letras "não lidas", p. ex. "P", "c", etc., – BaPtismo, coreCção, ... – além do mais, serviam para abrir as vogais (que as antecediam). Hoje, D' Silvas Filho perora, mas quanto a isto nada diz, antes pelo contrário; ipsis verbis: "semi- aberto". Quem tem razão? Será que "mudam-se os tempos, mudam-se ..." e, assim, ambos estariam correctos! Quid iuris?!
«Um rosto moreninho»
Sou professora e num teste pedi aos alunos do 6.º ano que classificassem morfologicamente "moreninho" (de rosto "moreninho"). Grande parte respondeu-me que estava no grau diminutivo. Não previ esta resposta. Posso considerar que um adjectivo tem grau diminutivo? Na Nova Gramática do Português Contemporâneo não há qualquer referência a estes casos. O que devo explicar aos meus alunos? Agradeço desde já toda a vossa atenção, esperando uma resposta com a maior brevidade possível. Obrigada.
