O uso do aumentativo de fogo
Gostaria de saber o aumentativo de fogo.
Os termos mastologia e “senelogia”
Gostaria de saber se a especialidade de senelogia é a mesma que mastologia. O nome da primeira é utilizado em Portugal, e o da outra, no Brasil? Se forem especialidades diferentes, em que diferem?
A evolução fonética do latim ‘una’ ao português uma
Como se explica a evolução do latim ‘una’ para o português «uma»?
A história do género de fim
Li há tempos, numa inscrição, a palavra fim acompanhada do artigo «a». Está correcto?
N.E. O consulente escreve segundo a Norma de 1945.
Os sinónimos atravessar e cruzar
Têm o mesmo uso e o mesmo significado os dois verbos? No caso de «atravessar a esplanada», qual seria mais usual?
A passagem do discurso directo para o discurso indirecto
Sou argentina, estudante do Prof. em Português, e queria saber se existe uma regra para a passagem dos verbos nos diferentes tipos de discurso (isto é, do D Direto para o D Indireto, e viceversa), já que uma "aluna" pediu que eu lhe explicasse.Muito obrigada!
Sobre a acentuação de Vinícius
Gostaria de saber por que razão Vinícius tem acento.
É uma paroxítona terminada em us ou uma paroxítona terminada em ditongo?
Obrigada!
As frases subordinadas substantivas intercaladas
No dia 20/10/2005 foi dada a resposta ao tema em epígrafe. Aí se lê a certa altura e em comentário à frase “O facto de falares francês não justifica a tua atitude": «este e o outro exemplo ilustram contextos em que uma subordinada completiva depende de um nome que rege preposição "de" e que pode vir seguido de uma oração completiva, que completa o sentido desse nome e consequentemente da frase em que o nome se insere. Essa oração pode ser infinitiva». Analisando este caso não consigo perceber como é que "de falares francês" é uma subordinada porque não sei qual é a subordinante. A infinitiva (subordinada) pode estar intercalada na subordinante? Agradecia um esclarecimento.
O nome moçambicano Cahora-Bassa
Cabora Bassa? Cahora Bassa? A ortografia "Cahora" corresponde à pronúncia local?
Encriptação/desencriptação ‘vs.’ cifragem/decifragem
Fui o coordenador de um projecto que conduziu à publicação de um Glossário da Sociedade da Informação editado na Internet pela APDSI (Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação), acontecimento de que o Ciberdúvidas deu notícia. Nesse glossário aparecem como primeiras entradas para o par inglês encryption/decryption o par português encriptação/desencriptação, por serem termos já generalizados no domínio da criptografia, e como sinónimos os termos do par cifragem/decifragem. Sobre esse assunto a APDSI já recebeu contestações, pois há muito tempo que se usam em português os vocábulos citados em último lugar. Mas também existe o par cifração/decifração e, para complicar mais a questão, o par português mais utilizado na literatura da especialidade é cifragem/decifração (resultado de uma pesquisa com um motor de busca). E ainda há especialistas que defendem o par cifra/decifra, com que o Ciberdúvidas não concorda, como podem confirmar revisitando uma das vossas respostas anteriores. Estando prevista uma revisão do glossário até ao fim do ano baseada nos comentários dos leitores, venho pedir a vossa opinião para qual a opção a tomar. Pessoalmente adianto a minha opinião: Entrada principal: cifragem/decifragem Primeiros sinónimos: cifração/decifração Segundos sinónimos: encriptação/desencriptação (embora actualmente seja a mais utilizada, não há dúvida que este par se radica em termos ingleses). Exprimindo a minha satisfação pelo trabalho desenvolvido pelo Ciberdúvidas, queiram aceitar os meus melhores cumprimentos.
