Análise sintáctica ‘vs.’ análise morfológica
Qual a diferença ou que fazer quando me pedem a análise morfológica e/ou sintáctica de uma frase? Será que é morfológica a que analisa cada palavra quanto à sua classe e a sintáctica a das funções presentes na frase? Por ex: sujeito, predicado, etc.
Justificado e «por defeito»
Está, entre os informáticos, largamente generalizado o uso dos termos "justificado" e "por defeito".
Se para o primeiro é fácil encontrar o termo correcto para traduzir "justified" ("ajustado" e não ""justificado", neste contexto de alinhamento de texto), já para o segundo não sei que termo ou expressão portuguesa possa correctamente traduzir o "default". "Por defeito" é que não: O nosso "defeito" nada tem a ver com "default".
Poderá ser "por norma"?
Sobre a expressão «pronúncia afectada»
Numa resposta anterior, é dito que dizer "mi-li-tar" constitui uma «pronúncia afectada». Gostaria que me explicasse o que entende por «pronúncia afectada».
Já não falando em Portugal fora de Lisboa, é de realçar que pelos vistos no Brasil existe uma «pronúncia afectada». O especialista autor da resposta esqueceu a variedade de português que mais milhões de falantes tem.
Pronúncia de óbvio
Antes de mais, deixem-me felicitá-los por esta vossa louvável iniciativa. Consulto a vossa página há vários anos, encontrando sempre resposta às minhas dúvidas... Mas desta vez tenho uma questão de pronúncia. Na palavra "óbvio" o "b" é mudo? E existem excepções ao flexionar esta palavra? Obrigado.
Regência do adjectivo revestido
Diz-se «revestido a ouro» ou «revestido de ouro», ou «revestido com ouro»?
A regência de capacidade
Qual a regência, ou quais as regências, para o substantivo «capacidade»?
Etimologia de indicar
Pesquisei e não encontrei. Qual a origem da palavra «indicar» e também de uma derivação desta palavra para «indicador» no contexto de indicadores financeiros ou indicadores gráficos (números)? Antecipadamente agradeço.
Os adjectivos na TLEBS (Portugal)
Sou professora do 1.º ciclo e, no início deste ano, ouvi falar em alteração nos adjectivos. Parece que já não se denominam adjectivos. Isto é verdade? Houve alguma alteração? Gostaria que me esclarecessem. Obrigada pela atenção.
Sobre o significado de verbos com complemento directo
O verbo “haver” com o sentido de existir emprega-se na 3.ª pessoa do singular. Nas frases «existem livros nas bibliotecas» e «há livros nas bibliotecas», o substantivo livros, a que o verbo se refere, é o sujeito ou complemento directo de verbo sem sujeito? Tenho a ideia de que complemento directo pedem-no os verbos que exprimem o "AGIR", o que não será o caso. Antecipadamente agradeço o vosso esclarecimento.
Galiza no 5.º Colóquio da Lusofonia
1. Nesta última semana, pusemos em linha 56 novas respostas (ver Respostas de Hoje e Respostas Anteriores), as quais abrangem várias áreas linguísticas: do léxico à sintaxe e da pronúncia à ortografia, passando pela morfologia e pela semântica. 2. Como sempre, foram actualizados o Correio, a Antologia e as Notícias Lusófonas. Mas há mais. 3. No Pelourinho, fica em linha um texto de Maria Regina Rocha sobre sintaxe (a propósito de uma recente primeira página do "Diário de Notícias"): uma frase como «um terço dos estudantes foi vítima» deverá ter sempre o verbo no singular porque concorda a expressão partitiva («um terço»). 4. O Jornal de Notícias, a pretexto do lançamento do Grande Colecção de Dicionários Verbo, constituída por 18 volumes, a partir de 24 de Setembro, convidou Ana Martins a escrever uma série de textos alusivos à importância dos dicionários e enciclopédias em geral. O primeiro desses textos fica desde esta data também em linha, na rubrica Português na 1.ª Pessoa. 5. Permita-se-nos, também, mais uma chamada de atenção para dois programas sobre a Língua Portuguesa, um de rádio e outro de televisão: o Páginas de Português, agora aos domingos na Antena 2 (Portugal); e o recém-estreado Cuidado com a Língua!, transmitido semanalmente na RTP-1, RTP-N e na RTP-Internacional. 6. Lembramos ainda a todos os que lidam com o ensino da Língua Portuguesa em Portugal que é já no próximo dia 27 de Setembro, na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), que se realiza o Congresso Terminologia Linguística para o Ensino Básico e Secundário – a experiência pedagógica(ver programa). 7. Finalmente, também é de não esquecer que se aproxima a data do 5.º Colóquio Anual da Lusofonia, a realizar de 2 a 4 de Outubro, no Centro Cultural Municipal, em Bragança (Portugal). O tema deste ano é a questão da língua na Galiza. A propósito deste tema, sugerimos a leitura da notícia de 20 de Setembro último (Notícias Lusófonas). Bom fim-de-semana!
