A sintaxe da frase «foi péssimo quando o casal se xingou»
Na frase «foi péssimo quando o casal se xingou na frente de todos», a oração «quando o casal se xingou na frente de todos» é oração subordinada substantiva subjetiva ou oração adverbial temporal?
Obrigado.
Concordância com «o número de mortes»
1) O número de mortes subiu para quarenta e dois.
2) O número de mortes subiu para quarenta e duas.
Qual das frases anteriores está gramaticalmente correta? Porquê?
Agradeço antecipadamente o auxílio.
Para + infinitivo: «paramos para nos olharmos»
Qual das opções abaixo está gramaticalmente correta? Observando-se a conjugação dos verbos olhar e estancar:
1. «Até quando cultivaríamos as chagas do passado, mantendo-as abertas e sangrentas? Apontando dedos e ferindo outros feridos, em vez de pararmos por um instante para nos olharmos e estancarmos as nossas próprias chagas.»
Ou
2. «Até quando cultivaríamos as chagas do passado, mantendo-as abertas e sangrentas? Apontando dedos e ferindo outros feridos, em vez de pararmos por um instante para nos olhar e estancar as nossas próprias chagas.»
Há alguma regra pela qual me possa guiar para este tipo de dúvida?
Muito obrigada.
Colocação pronominal numa oração introduzida por como
«Saiba como proteger-se e proteger a sua casa», ou «Saiba como se proteger e à sua casa»?
Diria que a correta é a primeira, mas não estou certa.
Poderia ainda explicar a razão?
Obrigada
«A seu lado», «ao seu lado»
O que é mais correto?
a) «[...] — sussurra ao gato que, enroscado a seu lado, a olha de soslaio»;
b) ou «[...] — sussurra ao gato que, enroscado ao seu lado, a olha de soslaio.»
Ou ambas estão bem?
Grata pela ajuda.
Haver e oração subordinada
Na frase, «Já havia quem lhe apontasse o defeito...», a oração é oração substantiva relativa com que função sintática? Sujeito?
Obrigada.
Complemento do adjetivo: «fabricadas com o ouro»
No segmento «[...] Camões revela-se um subtil ourives de composições delicadas e gráceis, discretamente preciosas, fabricadas com o ouro dos cabelos e do sol, com o verde dos campos e dos olhos [...]», a expressão «com o ouro dos cabelos e do sol» desempenha a função sintática de complemento do adjetivo, uma vez que está precedida do particípio passado fabricadas que funciona como adjetivo?
Obrigada pela atenção.
Todos, coordenação e próclise
Tenho dúvidas quanto à colocação dos pronomes clíticos nas frases em que existe enumeração de ações.
Por exemplo, na frase «Todos se riam», o todos desencadeia a próclise. Mas numa frase em que se enumerem várias ações e o verbo pronominal se encontre no meio ou no fim, deve haver próclise ou não? A forma correta é «Todos falavam, se interpelavam, se riam e conversavam», ou «Todos falavam, interpelavam-se, riam-se e conversavam»?
Oração subordinada completiva de nome
Na frase «Mas todos nós podemos fazer algo para prevenir este tipo de crime», o segundo elemento «para prevenir este tipo de crime» pode-se classificar como uma oração subordinada adverbial final ou como substantiva completiva?
Se se verificar o primeiro caso, a oração desempenha a função sintática de modificador; se por outro lado, se verificar o segundo, a oração tem a função sintática de complemento oblíquo, certo?
Agradecia um esclarecimento.
Complemento do nome: «A duração de dois anos do contrato»
Em uma frase nominal como "a duração do contrato de 2 anos", sabe-se, creio, que "do contrato", em relação com "duração", é um termo que exerce a função de adjunto adnominal.
Porém, hoje, peguei-me pensando que não sei qual é exatamente a função do termo composto que o procede, que é "de 2 anos", com relação a "do contrato" Isto é: relacionando-os, "do contrato" e "de 2 anos", poderemos dizer que este último é o adjunto adnominal do primeiro?
Neste caso, e em casos semelhantes, como fazer a análise?
Agradecida eu fico.
