«Roubaram-me os sapatos»
Será que é certo o uso da construção «roubaram-me meus sapatos».
Análise sintática da construção «referir como...»
Agradecia que me esclarecessem se esta frase está correta:
«A Rita fala com o Pedro referindo como se apaixonou pela pintura.»
A minha dúvida prende-se com a utilização do verbo referir seguido da palavra como.
Muito obrigado.
«Trabalho duro», «trabalho árduo»: solidariedades lexicais
Agradecia que me esclarecessem se as expressões «trabalho duro» e «trabalho árduo» são compostos morfossintáticos.
Muito obrigado.
«Pedir que...» vs. «pedir a alguém que...»
Gostaria de saber se a regência do verbo pedir na seguinte sentença está adequada:
«Professora é demitida por pedir que Trump retire 'alunos ilegais' de escola.»
O correto seria «...pedir a Trump que retire...»?
Grato pelo caprichoso serviço prestado.
A sintaxe do verbo mirar
«Os mais recentes ataques miraram o Censo Nacional.»
O verbo mirar é transitivo direto ou indireto?
Grato.
A regência do verbo transferir
Qual a regência do verbo transferir quando ele é transitivo indireto? Eu posso usar as preposições a e para?
Uma construção consecutiva em Os Lusíadas (canto I, est. 106)
Como classificar a oração «que não se arme e se indigne o céu sereno», na estância 106, vv. 5-8 de Os Lusíadas?
«Onde pode acolher-se um fraco humano,/ Onde terá segura a curta vida,/ Que não se arme e se indigne o céu sereno/ contra um bicho da terra tão pequeno?»
Regências e construção relativa na frase
«Não faz ideia da pessoa com quem você está mexendo»
«Não faz ideia da pessoa com quem você está mexendo»
«Você não faz ideia com quem você está mexendo.» A frase está correta ou apresenta algum erro?
Julgo que a preposição de deveria constar, porque quem «faz ideia» o faz de algo, como: «Você não faz ideia de como isso me machucou.», mas a presença da preposição me soa estranha. Como fica?
Grato!
Os nomes abstratos e a função de sujeito
em frases copulativas
em frases copulativas
Um substantivo abstrato pode ser sujeito em detrimento de um substantivo concreto, como «A solidão é o melhor remédio»?
Seria mais certo eu dizer «O melhor remédio é a solidão»? Ou tanto faz?
Ainda o comparativo e o superlativo dos advérbios bem e mal
Embora encontre vários esclarecimentos no Ciberdúvidas sobre o uso dos comparativos mais bem e melhor – o primeiro sempre com a ligação a um adjetivo participial –, mantenho esta hesitação: «Ele é quem hoje mais bem escreve na imprensa portuguesa», ou tem de ser «Ele é hoje quem melhor escreve na imprensa portuguesa»?
Obrigado.
