Anomalia ‘vs.’ anormalidade, normal, anormal
Porque é que a palavra "anomalia" não tem “r” quando "normal", "anormal", "anormalidade" têm?
Sobre a etimologia e a grafia de piaçaba
Deve escrever-se “piaçaba” com “c” cedilhado e não com dois “ss”, porquê?
Sobre a forma da palavra losango
Ultimamente tenho-me deparado com a escrita e dicção de "losângulo" em vez de «losango», que sempre achei ser a designação correcta da figura geométrica. Foi assim que a aprendi. Agradecia o esclarecimento, pois não me apercebi de nada que justificasse essa mudança.
A interjeição houlá
Já não sei precisar a origem e o contexto em que conheci o termo, mas uma pesquisa no Google revelou a utilização da palavra “houlá” no Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, se bem que aí pareça ser usada mais como uma "interjeiçao fonética", e não como um sinónimo de "olá" – a utilização que costumo dar à palavra... Obrigado.
A variante "froco" (de floco)
Ao corrigir um exercício de ortografia, uma aluna mencionou que uma professora lhe disse que se usa a palavra "frocos" para referir «sorvete de "frocos"». A aluna não possui problemas de dicção e tampouco a professora. Agradeço a resposta à pergunta inusitada.
Dúvidas sobre ortografia e pronúncia dos sons
Tenho estas dúvidas: 1) "Im", "om" e "um", no final de palavras, são considerados dígrafos? Ex.: “Assim” – “bom” – “atum” 2) Em "polens", o “en” é dígrafo vocálico nasal ou encontro vocálico fonético? Obs.: Todas as paroxítonas terminadas em ditongo recebem acento. E em "pólen", o “en” é encontro vocálico fonético? 3) Quais os encontros vocálicos de “radiouvinte?” 4) Em "quando", há ditongo (“uã”) e dígrafo vocálico nasal (“an”) ao mesmo tempo? 5) Em "expressar", “xp” é encontro consonantal? 6) Em "plausível", quantos encontros vocálicos fonéticos existem? (“au”, “el”) 7) Em "prefixo", quantos encontros consonantais fonéticos existem? (“pr”, “x”)
As formações com prefixos e por recomposição no Acordo Ortográfico de 1990
Sou estudante de mestrado em Coimbra e estou a desenvolver um trabalho sobre as alterações contempladas pelo Acordo Ortográfico de 1990. No que diz respeito aos casos de hifenização, gostaria de saber se vão passar a aglutinar todas as formações com prefixos e formações por recomposição que não são mencionadas nas alíneas da Base XVI, artigo 1.º («Nas formações com prefixos (...) e em formações por recomposição (...) só se emprega o hífen nos seguintes casos (...)»)? Em nenhuma destas alíneas é referida a obrigatoriedade da utilização de hífen quando o segundo elemento começa por -r. Deste modo, passaremos a escrever abreação (em vez de ab-reacção), obrogar (em vez de ob-rogar), subregião (em vez de sub-região), sobroda (em vez de sob-roda) ou adrenal (em vez de ad-renal). E já agora, o que acontece com a forma sub-bibliotecário? Perde um 'b' ao aglutinar? Parece-me que esta regra tem implicações fonéticas muito sérias, na medida em que interfere com a pronunciação das palavras afectadas. Será que estou a fazer a leitura correcta desta base do Acordo Ortográfico? Consultei já a lista de palavras cuja grafia altera, incluída no livro "Novo Acordo Ortográfico - Afinal o que vai mudar?", mas gostaria muito de saber a vossa opinião.
A formação do adjectivo composto judaico-cristã
Na língua portuguesa, diz-se «tradição judeo-cristã» ou «tradição judaico-cristã»?
Muito obrigada pela cooperação.
As formas “courgette” e curgete
“Courgette” ou “curguete” ou “curgete”? Gostaria de saber como se escreve e pronuncia a palavra do legume referido. Não surge no meu dicionário...
O significado de monótono e monotónico
Em minha aula sobre geometria computacional de ontem traduzi "monotone" do inglês para «monótono». Porém, meus alunos de mestrado (profissionais de computação há muito) me corrigiram dizendo que deveria ser «monotônico» (sinônimo de contínuo) e não «monótono» (sinônimo de enfadonho). Verifiquei que no Aurélio só consta «monótono». No final das contas eu estava certo, «monotônico» não existe. Existe?
