DÚVIDAS

Divisão silábica de especialidade
Adquiri recentemente um livro com questões de concursos públicos realizados aqui no Brasil, e o gabarito de uma delas me deixou em dúvida: «A alternativa que apresenta uma palavra do texto com separação de sílabas incorreta é: a) pro-pri-e-tá-rios b) es-pe-ci-a-li-da-de c) vê-nia d) con-se-qüên-cia e) ce-re-bra-is» O gabarito indica como resposta a letra "e". Mas não estaria incorreta a letra "b"? Afinal, a sílaba tônica em "especialidade" é "da", e portanto "ia" classifica-se como ditongo, diferente da palavra que lhe dá origem, "especial", e na divisão silábica não se separam ditongos. E já vi em alguns livros alguns autores afirmando ser correta a divisão de ditongos crescentes finais, como em "sé-ri-e" ou "má-go-a", embora não aconselhado no português contemporâneo; o que não ocorre em "cerebrais", visto que o ditongo final da referida palavra é decrescente. Está realmente certo o gabarito do livro?
Dúvidas sobre conjugação verbal
Ao ler o romance Rosa Brava deparei-me com algumas formas verbais que me suscitaram confusão, por, talvez erradamente, as ter considerado como sendo imperativo. Eis alguns exemplos: 1 – «Mas peço que NÃO VOS APOQUENTAIS.» 2 – «NÃO TENTAIS pedir o que não posso dar.» 3 – «NÃO VOS ESQUECEIS de que o tempo...» Por outro lado, surgem algumas translineações que, me parecendo correctas, não deixam de me causar estranheza: «continu-ava», «rece-ava». Peço-vos, assim, que me elucidem: estão as formas verbais correctas? Os verbos acima estão mesmo no imperativo ou será outro o tempo? Se é o imperativo, a conjugação está correcta? Muito obrigada desde já.
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