Animé ou anime, «desenhos animados japoneses»
Reparei recentemente que a palavra anime (de «animação japonesa») está no dicionário como sendo em português europeu escrita animé, o que deixa também clara a forma como se deve pronunciar.
A questão é que penso que a maioria das pessoas pronuncia "anime", em vez de "animé".
Pesquisei na Internet e, de facto, não há muita informação em relação à palavra em português, assim como à sua adaptação para português.
Gostaria de saber se animé é realmente a grafia definitiva da palavra, ou se pode preferir-se escrever anime, assumindo assim uma dupla grafia.
Obrigado pela atenção.
«Ter dois pesos e duas medidas»
«Dois pesos, duas medidas», ou «um peso, duas medidas»? Não será a segunda expressão mais apropriada para significar que uma situação não é julgada com imparcialidade, uma vez que o mesmo "peso" poderá ter duas "medidas"?
Obrigado e parabéns pelo excelente trabalho.
A origem do substantivo refile
Na indústria em geral é muito comum o termo refilar, no sentido de «aparar». Existem máquinas para refile e enroladores de refilo. No primeiro caso, não seria refilagem? Qual o nome do resíduo desse trabalho (usam-se indiscriminadamente refilo e refile)? Qual a origem desse termo nesse sentido?
Obrigado.
Coletivo de soldado
Qual é o coletivo de soldados?
O neologismo curatorial
É comum encontrar termos como «prática curatorial» no âmbito da curadoria de arte. O uso do termo curatorial é correcto?
Muito obrigado pela atenção dispensada.
A voz do bode
Qual o nome do barulho do bode?
A origem do som [z] em trânsito
Qual é a explicação lógica para que, na palavra trânsito, por exemplo, se pronuncie o som /z/, e não /s/, como acontece com palavras como cansado?
«Descair o semblante», «semblante descaído»
O que significa «descair o semblante»?
O aportuguesamento de Dipoenus e Scyllis
Gostaria de saber que grafia(s) existe(m) para o nome de dois escultores gregos de Creta. Eu estive a pesquisar, e a única coisa que achei foi uma fonte brasileira de 2006 que emprega "Dípinos" e "Escílis" (Santos, Rita de Cassia Coda dos. Exortação aos gregos: a helenização do cristianismo em Clemente de Alexandria. [S.l.]: UFMG, 2006), fora outras duas, creio eu portuguesas, que citam "Dipoeno" e "Scyllis", porém ambas são do século XIX, onde as grafias eram relativamente bem diferentes das atuais. Como a forma grega não aparece em nenhuma fonte em português, mesmo estando registrada em várias fontes famosas do inglês (como a Enciclopédia Britânica), fiquei na dúvida.
O presente e o pretérito perfeito no discurso indireto
A regra manda que o presente passe a imperfeito, e o perfeito, a imperfeito.
Assim:
1. «Eu como uma maçã.» – «Ela disse que comia uma maçã.»
2. «Eu comi uma maçã» – «Ela disse que tinha comido uma maçã.»
Mas posso também dizer:
3. «Ela disse que come uma maçã»/«Ela disse que comeu uma maçã»?
Estão incorretas estas frases, ou já não são discurso direto?
Parabéns pelo vosso trabalho.
