«Sabes muito, mas andas a pé»
Gostaria de saber, se possível, qual é a origem da expressão «sabe muito, mas anda a pé»: de que região/local, época e qual o significado original.
Obrigada desde já, e continuação de um bom trabalho.
Bicameral
Num sistema político em que o poder legislativo está dividido em duas câmaras, diz-se que é "bicameral", ou "bicamaral"?
Emocionante ≠ emotivo
Tenho visto na imprensa a utilização recorrente do adjetivo emocionante em contextos que considero desadequados. Por exemplo, expressões como: «Relatos emocionantes...», referindo-se a testemunhos de sobreviventes no atentado no aeroporto de Istambul. Não seria mais correto escrever «relatos emotivos...»? É que, para mim, embora muitas vezes sejam sinónimos, no caso, testemunhos tão traumáticos, qualificar-se-iam como «emotivos» – e nunca como «emocionantes»!...
O País de Gales
A expressão «... País de Gales...» está correcta ou errada? Pode-se escrever sem o artigo neste caso específico?
«Não estou a ver a Inglaterra a jogar contra País de Gales sem sofrer.»
Obrigado
Muito: quantificador e advérbio
Como é que posso distinguir um quantificador existencial de um advérbio de quantidade/grau? Por exemplo, o muito faz parte das duas classes?
Sobre as palavras latinas sic e verbatim
As palavras latinas sic e verbatim são sinónimas? Quais as situações de escrita em que deve ser utilizada uma ou outra?
A pronúncia de pleno
Qual a pronúncia da palavra pleno? "Plêno"... "pléno"... ou doutra forma?
Obrigado.
«Por outro lado»
A expressão «por outro lado» só pode ser usada para se estabelecer um contraste entre dois elementos («Gosto muito de viajar. Por outro lado, acho que as viagens são perigosas»), ou também pode ser usada no contexto de uma enumeração («O governo construiu muitas estradas. Além disso, investiu em hospitais. Por outro lado, o governo também revitalizou os caminhos de ferro»)?
A regência de «ter pena»
O sentido das duas frases que se seguem é equivalente?
(1) O António sente pena pela sua família.
(2) O António sente pena da sua família.
Porquê e para quê a concordância nominal no português
Por que é necessário fazermos concordância nominal em língua portuguesa («as meninas bonitas», em lugar de «as menina bonita»), se ambas as formas conseguem estabelecer comunicação entre locutor e interlocutor? (Levo em conta que isso não ocorre em algumas línguas como o inglês: the beautiful girls).
