A formação e o uso do adjetivo horizontino
Seria o adjetivo "horizontino" aceitável (embora não esteja dicionarizado com o sentido proposto) para referir o que é próprio ou se relaciona com o horizonte («céu horizontino», «sol horizontino», «luz horizontina»)?
Agradeço desde já a resposta.
A regência de esforçar-se
Desde já agradeço a atenção e louvo o excelente trabalho prestado.
Na frase «Ele esforça-se para obter resultados», devemos classificar a oração subordinada como adverbial final ou podemos considerá-la uma substantiva completiva, uma vez que parece ser argumento do verbo esforçar-se.
Muito obrigada
O uso da expressão «ilustre desconhecido»
Primeiro, quero saudar a contribuição desta plataforma para a promoção da língua portuguesa.
Gostava de saber se é errado ou incoerente dizer «ilustre desconhecido».
A identificação do complemento indireto
na frase «prestam atenção a tudo»
na frase «prestam atenção a tudo»
Na frase «Elas prestam atenção a tudo», o constituinte «a tudo» é um complemento oblíquo, um complemento indireto ou um complemento do nome?
O pronome se e o verbo supor
na frase «cujas consequências se supõe graves e irrecorríveis»
na frase «cujas consequências se supõe graves e irrecorríveis»
«A advertência é própria para deixá-lo ciente do que se trata aqui, nestas páginas minguadas: um fugidio colóquio entre duas almas femininas – simples, corriqueiro e brando –, mas cujas consequências se supõe graves e irrecorríveis.»
Na frase acima o verbo supor está bem no singular?
Antecipadamente agradeço.
A grafia de Centro-Serra (Brasil)
Referindo-se à região [do Brasil], escreve-se: "Centro Serra", "Centro-serra" ou "Centrosserra"?
Conforme a regra, quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento/palavra começa com uma consoante diferente de R ou S, não se utiliza o hífen. Nos casos em que o prefixo termina com vogal e a segunda palavra/elemento começa com R ou S, essas letras são duplicadas e não se utiliza o hífen. Por exemplo, a palavra antissocial é formada pelo prefixo anti e o elemento/palavra social, mas como o prefixo termina em vogal (i) e o segundo elemento começa com S, o S é duplicado, formando assim a palavra antiSSocial. Portanto, seguindo esse raciocínio, deveria ser escrito "Centrosserra".
Mas não é o que encontramos na maioria dos textos – ou a palavra aparece escrita com hífen, "Centro-serra", ou sem hífen, "Centro serra". Entretanto, existe a regra dos encadeamentos vocálicos que poderia ser utilizada para explicar a grafia de centro-serra. Essa regra não fala sobre a utilização de prefixos. Ela estabeleceu que se deve utilizar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam para formar encadeamentos vocálicos. Ex: Rio-Niterói, Rio-São Paulo, Sampa-Sul. Portanto, quando as palavras aglutinadas não formarem um vocábulo, ou seja, uma nova palavra, deve-se utilizar o hífen.
Gostaria muito de tirar essa dúvida.
A pronúncia de ferroviário
Em conversa com um amigo surgiu a dúvida acerca da forma de pronunciar a palavra ferroviário, dizendo o meu amigo que esta se pronuncia com e fechado – "fêrroviário" – enquanto eu defendo que se pronuncia "férroviário", visto que deriva de ferrovia + ário.
Agradeço o esclarecimento.
«... (onde/aonde) meu amo não tenha mandado te procurar»
Na frase abaixo, qual advérbio melhor se emprega: onde ou aonde?
«Pela vida de Javé, teu Deus, não há nação nem reino aonde (onde) meu amo não tenha mandado te procurar (...)»
Obrigado.
Aspeto iterativo vs. aspeto habitual (II)
Precisei de preparar este conteúdo gramatical (aspeto verbal) e as explicações encontradas para definir o aspeto iterativo e o habitual deixaram-me muito confusa, dadas as suas semelhanças.
Haverá algum modo simples e claro de os diferenciar?
Grata pela atenção dispensada.
A expressão «da parte da manhã»
Gostaria de saber se digo «Eu vou ao cinema na parte da manhã» ou «Eu vou ao cinema da parte da manhã", ou se é incorreto dizer das duas formas.
