Como pronunciar (e escrever) Al-Qaeda?
Agora, e de novo depois do tenebroso atentado terrorista em Madrid, voltou a falar-se da Al Qaeda, escrito assim ( o "q" assim nem consta do nosso alfabeto, ao que sei...) e pronunciado ora como está a ser grafado (/Alcaéda/), ora à inglesa, com o "e" soando como "i" (/Alcáida/). Gostava de ter uma opinião do Ciberdúvidas...
Os pronomes no português e no galego
Antes que tudo, desejo parabenizar o Ciberdúvidas pelo serviço inestimável que fornece a todos os lusófonos.
Previamente quero dizer que como galego-falante entendo o galego como que fazendo parte da lusofonia, em pé de igualdade com as outras variantes do português (Portugal, Brasil, etc.), e não como língua diferente do português.
No galego (ou português da Galiza) é plena a vigência do pronome de segunda pessoa do plural "vós", diferente do que aconteceu na maioria do território português na actualidade. Assim, na Galiza diz-se: vós tendes as vossas cousas, como em Portugal é vocês têm as vossas coisas. São usos, creio, que não impedem a unidade da língua.
Dito isto direi que a minha dúvida consiste no uso de certas formas pronominais no português falado correntemente em Portugal, como consequência, entre outras, da substituição do "vós" por "vocês" e da existência duma forma de tratamento de respeito "os senhores". Também no caso do uso dos pronomes "si", "consigo" (em Portugal, repito) me surgem dúvidas.
Exemplificarei a dúvida com estas frases. Quais as alternativas correctas?
a) Estou a tratar alguém por "você". Como lhe diria: – Tenho isto para si/tenho isto para você. – Vou consigo/vou com você. b)Estou a tratar alguém por "o senhor": – Tenho isto para si/tenho isto para o senhor. – Vou consigo/vou com o senhor. c) Estou a falar duma terceira pessoa (ele ou ela). Como lhe diria? – Era bom para si/Era bom para ele. – Levou o filho consigo/levou o filho com ele d) Estou a falar para um grupo de pessoas em tratamento informal tratando-as por "vocês" (antigo, literário, regional e galego de hoje "vós"): – Não vos digo nada/Não lhes digo nada (a vocês). – Vocês têm as vossas/Vocês têm as suas canetas. – Tenho isto para si/tenho isto para vocês. – Vou convosco/Vou com vocês. e) Estou a falar para um grupo de pessoas em tratamento formal tratando-as por "os senhores": – Não vos digo nada/Não lhes digo nada (aos senhores). – Tenho isto para si/tenho isto para os senhores. – Os senhores têm as vossas canetas/os senhores têm as suas canetas. – Vou convosco/Vou com os senhores. f) Estou a falar dum grupo de pessoas em terceira pessoa: – Era um segredo para si/Era um segredo para eles. – Levaram o rapaz consigo/Levaram o rapaz com eles.
Muito obrigado pela atenção.
Secão, ant. de secam
Qual é o significado da palavra "secão" ?
«... mas como estas couzas se secão em nossas mãos, os Castelhanos lhe mudaram a linguagem e atribuirão a obra a sí.» In "Libro das Antiguidades" (1549)
Agradeço qualquer sugestão.
Hospital de Pombal
Tenho visto recentemente notícias relacionadas com o Hospital da vila de Pombal. Só que alguns jornalistas, nomeadamente da RTP, referem-se ao «Hospital do Pombal», penso estar errado. Corrijam-me, s.f.f.
Confundibilidade
Encontrei, num texto, o termo "confundibilidade". No contexto da frase em que está integrado, compreendo o significado que lhe está atribuído. Mas... a palavra pode existir? Está correctamente construída?
O feminino de camelo
Qual o feminino de camelo?
Transgeracional
Existe na língua portuguesa o termo "transgeracional" para designar um efeito que passa de geração em geração? Como se escreve: transgeraccional ou transgeracional?
«20 raparigas e 1 rapaz estavam desatentos»
Numa sala com 20 raparigas e 1 rapaz, ninguém estava com atenção. A professora comenta com a colega: «Estavam todos desatentos». Ou será, antes, «Estavam todas desatentas»?
Qual a etimologia de frango?
Qual a origem etimológica da palavra frango?
Viés, vieses
Como se escreve correctamente a palavra viés e qual é o seu plural?
