Cruz de falecido e cruz de eclesiástico
Sou revisora e tenho dúvidas sobre onde inserir a cruz (símbolo) que indica que uma determinada pessoa já faleceu. Há alguma distinção entre essa cruz que creio que deve anteceder o nome da pessoa falecida e aquela que antecede o nome de um cardeal, por exemplo? Será a posição (antes ou depois do nome) ou o tipo que as distingue? Como fazer se nos quisermos referir a uma entidade eclesiástica que também já faleceu?
Sobre o verbo prevalecer
Numa carta encontrei uma expressão em que julgo ter sido mal utilizado o verbo prevalecer, porque penso que este não tem o significado que se lhe pretende atribuir. Gostaria de saber portanto se é correcto ou não escrever-se o seguinte:
«Prevalecemo-nos do ensejo para apresentar a Vossa Excelência os nossos respeitosos cumprimentos.»
Marta + Sofia
Qual a origem etimológica e o significado do nome Marta Sofia? Obrigada.
A origem de bife e de pudim
Qual a origem das palavras bife e pudim?
Hífen e macro-/micro-
Segundo o vosso esclarecimento sobre as regras do hífen, as palavras começadas pelos elementos micro e macro não devem levar hífen. No entanto, no Glossário de erros é dito que o prefixo macro leva hífen se a palavra seguinte começar por r.
Poderão esclarecer-me qual está correcto?
Obrigado e bom trabalho.
«Procura-se (ou procuram-se) empregados»
Sou professora de Português na Escola Profissional de Hotelaria e Turismo da Madeira e como tal tenho de fazer muitas pesquisas na net, pois não trabalho com manuais escolares. Há dias encontrei um teste diagnóstico de v/f no ‘site’ da “netprof” com o título de "Regras gramaticais da concordância, da regência, da construção e flexão". Na questão número 11 deparei-me com a seguinte afirmação "Procura-se de empregados". Consultei a correcção do referido teste e o Flip e ambos assinalavam como correcta esta afirmação... Consultei o livro " Vocabulário-Regime preposicional de verbos (Didáctica editora) e o verbo "procurar" admite a preposição "por"... Podiam fazer o favor de esclarecer-me? Já agora podiam indicar-me algum ‘site’, ou alguma gramática que seja explícita neste tipo de dúvidas? Muito obrigada.
O c e o ç
Porque é que financeiro se escreve com c (sem cedilha) e finanças se escreve com ç (com cedilha)?
Ainda rendibilidade
Pesquisando na vossa riquíssima base de dados, verifiquei que consideram mais correcto o uso de rendibilidade ao galicismo rentabilidade.
A minha questão é a seguinte: Porquê rendibilidade e não "rendabilidade" se a expressão deriva de renda, ou será que não?
Eu costumo empregar os termos "rendabilidade" e "rendável", será que estou errado?
Obrigado pela vossa resposta e pelo excelente serviço que têm prestado aos falantes de português.
N.E. O consulente escreve segundo a Norma de 1945.
Redundância, tautologia e pleonasmo
Gostaria de saber a vossa opinião sobre o significado do termo tautologia e de ver alguns exemplos, para melhor tirar a dúvida, já que só a consulta dos dicionários não me esclarece. Será o mesmo que redundância?
E, já agora, redundância é a mesma coisa que pleonasmo?
Obrigada.
Ressesso = ressequido
O manual de língua portuguesa do 5.º ano Palavras ao Vento da editora Gailivro, Lisboa, abre com o teste diagnóstico com um texto de António Mota retirado do livro "Os Heróis do 6.º F". A meio do texto surge a seguinte frase:
«Minha mãe faz-me a trança, insiste para eu tomar xícara de café com leite que está sempre a escaldar, quer que eu coma pão recesso à frente dela.» Será uma gralha ortográfica, pretendendo escrever ressesso, ou este outro termo, que significa recanto; retiro; âmago; esconso, tem um sentido nesta frase?
Obrigado
