A grafia do topónimo Guantánamo (Cuba)
Em português deve escrever-se “Guantanamo” sem acento ou com acento, “Guantánamo”, à espanhola? Tenho encontrado as duas grafias e não sei por qual será mais correcto optar. Obrigada.
A grafia de colação
Como se escreve, “colação” ou “colacção”?
O adjectivo climatérico
A propósito da justificação dada neste "site" de se poder dizer “condições climatéricas” e da sua não confusão com “climactérico”, em "português do Brasil" o adjectivo não tem “c”.
Acresce entre outras razões que os especialistas – eruditos, não dizem tal palavra.
O plural de controlo
Gostaria que me informassem do seguinte: o plural de "controlo" é "controlos"? Mas por vezes vejo escrito "contróis". Esta palavra também está correcta? Obrigado.
A expressão «dar prioridade a...»
“Priorizar”, “prioratizar”, ou nem uma coisa nem outra? Temos termo próprio em português para esta expressão anglo-saxónica?
O neologismo confiável
A minha pergunta tem que ver com o uso da palavra «confiável». Em frases tais como:
«Ele é uma pessoa confiável.» «Esse relógio não é confiável.»
Esta palavra não consta nos dicionários portugueses que consultei. Contudo já a vi referida em alguns artigos. Muito obrigada.
O significado de pré-lavado
Tentei encontrar o sentido desta palavra tão comum nos dicionários, mas não a encontro. Parece-me que não significa apenas algo que foi previamente lavado (?).
Obrigada desde já pela atenção e pela resposta.
Classificação de orações
Gostaria de saber a divisão e classificação dos versos : «Deus ao mar o perigo e o abismo deu,/ mas nele é que espelhou o céu.» Gostaria de saber, também, as funções sintácticas dos segmentos: «ao mar»; «o perigo e o abismo» e «nele». Desde já muito obrigada.
Dúvidas sobre conjugação verbal
Ao ler o romance Rosa Brava deparei-me com algumas formas verbais que me suscitaram confusão, por, talvez erradamente, as ter considerado como sendo imperativo.
Eis alguns exemplos: 1 – «Mas peço que NÃO VOS APOQUENTAIS.»
2 – «NÃO TENTAIS pedir o que não posso dar.»
3 – «NÃO VOS ESQUECEIS de que o tempo...»
Por outro lado, surgem algumas translineações que, me parecendo correctas, não deixam de me causar estranheza: «continu-ava», «rece-ava». Peço-vos, assim, que me elucidem: estão as formas verbais correctas? Os verbos acima estão mesmo no imperativo ou será outro o tempo? Se é o imperativo, a conjugação está correcta? Muito obrigada desde já.
A regência de renegar
Escrever «renegar as suas origens» está incorrecto? Pergunto isto, porque no Guia Prático dos Verbos Portugueses (Deolinda Ribeiro: Beatriz Pessoa), da Lidel, aparecem indicações no sentido de o verbo «renegar» se reger com a preposição «de». Como a expressão daí resultante («renegar das suas origens») não me "soa" muito bem, gostava de confirmar. Obrigada.
