Uso de «desta vez»
O «desta vez» implica o quê, quais pressupostos e subentendidos são possíveis tirar? Por exemplo, na frase:
«Da platéia, eu o vi surgir no palco. Desta vez, não estava de fantasma, mas era a personagem que aparece no início do espetáculo.»
Se puderem me ajudar, agradeço.
O processo de formação das palavras ensalmouradas e desencaminhar
Qual o processo de formação das palavras ensalmouradas e desencaminhar?
Associações lexicais, solidariedades lexicais,
combinatórias e colocações
combinatórias e colocações
Gostaria de saber a diferença entre «associações lexicais», «solidariedades lexicais» e «combinatórias».
Poderão ainda indicar alguma bibliografia sobre esse(s) tema(s)? O Novo Dicionário Lello Estrutural, Estilístico e Sintáctico da Língua Portuguesa é uma obra fiável? Há, em português, algo semelhante ao BBI (978-1556195211) inglês, por exemplo?
Obrigado. Peço desculpa pela quantidade de perguntas.
O artigo o ou a antes dos nomes de clubes
Devemos dizer “a” União de Leiria ou “o” União de Leiria, “o” Naval 1.º de Maio ou “a” Naval 1.º de Maio? E, por outro lado, “o” Estrela da Amadora ou “a” Estrela da Amadora, “o” Santa Clara dos Açores ou “a” Santa Clara dos Açores?
Depressio hiemalis
Haverá algum conhecimento da vossa parte sobre o significado do termo latino depressio hiemalis?
Obrigado.
A expressão «fazer das tripas coração»
De onde vem a expressão «fazer das tripas coração»?
Obrigada.
Sobre o uso de absolutíssimo e «muito absoluto»
É correcto usar o superlativo absoluto analítico do adjectivo absoluto («muito absoluto»), ou deveremos apenas usar absolutíssimo?
Obrigada.
A pronúncia da palavra hangar
Qual a forma correcta de pronunciar a palavra hangar? "Hângar" ou "hangár"?
«Estudá-las» e «estuda-las»
Gostaria de saber como devo encarar a terminação dos verbos quando estes são "reflexados". Qual das duas opções está correcta e existe uma regra?
«Porquê estudá-las se já são conhecidas?»
ou
«Porquê estuda-las se já são conhecidas?»
Obrigado.
A fonética a adoptar por um grupo de música medieval e renascentista
Pertenço a grupo musical que se dedica exclusivamente à música medieval e renascentista. Sendo eu a cantora, deparo-me constantemente com problemas no campo da fonética.
De entre o nosso reportório, posso destacar as Cantigas de Santa Maria (Afonso X de Castela) e as Cantigas de D. Dinis (Pergaminho Sharrer), ambas em galaico-português.
Qual a fonética a adoptar é a minha constante dúvida.
Devemos optar por uma leitura mais próxima do latim, do galego, ou do português?
Existe algum estudo especificamente sobre isso?
Quem posso contactar?
Desde já o meu agradecimento pela atenção dispensada.
