O verbo sorrir
Eu ando a relembrar os verbos irregulares para a prova de aferição, e gostaria de saber se o verbo sorrir, no presente do indicativo, na 2.ª pessoa do singular, fica: vós sorris, ou vós sorrides.
Verbos fortes e verbos fracos
Estou tentando ler o artigo A propósito de um vulgarismo no português do Brasil, e Mattoso Câmara fala em verbos fortes. Eu gostaria de saber qual o critério de classificação que determina se um verbo é forte ou fraco. Obrigada.
O hífen em Baixa-Chiado
Gostaria de saber se será correcto unir estas duas palavras por um hífen. Se for correcto, poderemos assumir as duas zonas de Lisboa como uma só e falar na zona Baixa-Chiado?
Obrigado.
Duas frases = dois períodos
No decorrer da reflexão de uma aula avaliada, surgiu a dúvida sobre a divisão dos períodos no texto.
A frase em questão é esta:
«Era uma vez uma aldeia à beira de um rio: era o rio mais bonito que se possa imaginar, com margens cobertas de verdura, línguas de areia clara e uma água brilhante que reflectia o céu e o arvoredo.»
Será que me podiam esclarecer: afinal, quantos períodos há na frase?
Obrigada pela ajuda.
A etimologia da palavra velhaco
Gostaria de saber a etimologia da palavra velhaco. Qual seu radical?
A etimologia das palavras indígena e indigente
Há qualquer relação etimológica entre as palavras indígena e indigente?
Desde já, obrigado.
A expressão «por conta de»
Gostaria de saber informações sobre a expressão «por conta de», que tem sido massivamente usada pela mídia, e por conseguinte pelas pessoas comuns.
Sou formada em Letras — Português-Inglês — e não me recordo de ler e usar esta expressão, mas simplesmente «por causa de».
Fico muito irritada com essa expressão, pois às vezes numa reportagem ela é repetida três, quatro vezes.
Seria um sinal de senilidade... ou seria uma expressão bem pobre mesmo?
Aguardo sua opinião.
Obrigada.
«Um alto pitoresco»: ambiguidade morfossintáctica
Na frase «O moinho era de um alto pitoresco», a palavra pitoresco é um adjectivo, ou nome?
Apostilha e apostila
Estou a fazer um trabalho sobre justiça em Portugal, no século XVIII, e surgiu a dúvida sobre a forma correcta a utilizar: "apostilha" (como dizem as fontes) ou "apostila"?
Ainda as formas "estivésteis", "fôsteis", "comêsteis"
Só gostaria de deixar o meu comentário: as formas "fôsteis" e "estivésteis" também poderiam ser fruto do contato com o espanhol, que diz fuisteis e estuvisteis na segunda pessoa do plural, partindo do pressuposto que se trata de áreas fronteiriças. Se não forem áreas contíguas, naturalmente não terá sentido a minha teoria.
