A locução «no que...» (Brasil)
Falar "no que" no lugar de quando está errado?
E por quais motivos estará errado (caso esteja)?
Por exemplo, «No que eu chegar em casa, telefono para você!» (uso de "no que" em substituição a quando)?
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
Que explicativo e que causal
Gostaria de esclarecer a seguinte dúvida: como identificar claramente numa frase a conjunção coordenativa explicativa que e distingui-la da conjunção subordinativa causal que?
Podem ser dados exemplos com as diferenças existentes entre elas?
Obrigada.
O relativo que e os pronomes pessoais átonos (Portugal)
Grato pelo serviço de excelência do qual tanto beneficiamos.
Pergunto sobre a razão de se ter passado, em Portugal, a fazer uso comum da colocação pronominal como segue, que retiro de uma súmula de notícias de hoje do "Observador": «que nas últimas declarações mostrou-se como o Dono Disto Tudo».
Tenho reparado que, mesmo em vídeos onde os protagonistas dizem com a formulação típica do português europeu, as legendas que surgem aparecem alteradas para a formulação que me faz enviar a questão.
Está norma a alterar ou é utilização acrítica a partir da sintaxe do português do Brasil?
Muito agradeço a Vossa estimada atenção.
Como com verbos no conjuntivo
Aprendi que, nas orações subordinadas adverbiais causais, pode-se usar o modo subjuntivo para uma estética mais erudita.
Exemplo: «Como fosse jovem, tinha muitos sonhos.»
Essa possibilidade existe só para o pretérito ou para todos os tempos verbais?
Exemplo: «Como seja jovem, tem muitos sonhos.»
Obrigado.
Valor comparativo vs. orações comparativas
Boa tarde, prezados professores! No estudo das orações subordinadas, verifica-se que, regra geral, as adverbiais comparativas se posicionam à direita da subordinante. No entanto, admitindo que construções como «em relação ao seu irmão, o Pedro é mais inteligente» e «comparado ao seu irmão, o Pedro é mais inteligente» estejam correctas, o que justifica a anteposição da subordinada em relação à subordinante? Quanto à função sintáctica, serão modificadores da frase ou outra? Por outro lado, em comparativas como «sou mais inteligente do que o meu amigo» e «falo mais do que o meu pai» que funções sintacticas desempenham ambas? Grato pela atenção a ser dispensada. Victorino Abel
Função sintática da oração subordinada adverbial consecutiva
Qual a função sintática da oração subordinada adverbial consecutiva «que já estou a pensar no próximo», na frase «Gostei tanto deste episódio que já estou a pensar no próximo.» ?
Muito obrigada!
A locução «a primeira vez que»
Saudações aos colaboradores desse inestimável espaço!
Diante de minha incontornável dificuldade, peço-lhes ajuda para poder classificar as orações deste período: «A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido.»
Desde já meu sincero agradecimento.
Oração subordinada relativa: «(os) que reviram os olhos»
Considere-se a seguinte frase:
«Toda a gente sabe que a leitura é crucial no desenvolvimento das crianças, mas a realidade do nosso país está longe de o refletir, e muitos são os que reviram os olhos quando...»
A oração «que reviram os olhos» é uma oração subordinada adjetiva relativa restritiva, cujo antecedente é «os», com valor de «aqueles»?
O verbo pensar com interrogativa indireta
Na frase «Pensei o que terá sido o maravilhamento e o espanto dos homens que chegaram aqui, sem terem visto um mapa...», como se classifica a oração «o que terá sido o maravilhamento...»?
Na minha opinião é uma oração substantiva relativa. Mas alguns alunos disseram que é uma oração substantiva completiva.
Agradecia que me dissesse qual a classificação certa. i
Quando condicional
Ao ler a ótima gramática do Cegalla (Novíssima Gramática da Língua Portuguesa), observei a seguinte frase classificada como temporal:
«Formiga, QUANDO QUER SE PERDER, cria asas.»
A frase não pode ser encarada como condicional?
Ex.: «conj.condic. 6. No caso de; se: Só é gentil quando quer alguma coisa.» (Aulete)
Além do Cegalla, vários gramáticos tradicionais não citam o quando como conjunção condicional (ex.: Pasquale e Ulisses – na Gramática de Língua Portuguesa –, Cegalla – na Novíssima Gramática da Língua Portuguesa –...).
Fiz uma pesquisa em questões de concursos e vestibulares; mas não achei o quando como condicional. Pedi à inteligência artificial do Google para me apresentar as funções do quando de acordo com materias disponibilizados na Internet e não apareceu como condicional.
Estou com alucinações ou há muitos casos que o temporal quando pode também ser um condicional? Se não estou alucinado, por que a preferência por temporal?
Desde já, agradeço-lhes a enorme atenção.
