DÚVIDAS

Um predicativo do sujeito oracional, novamente
«Uma das grandes diferenças entre a televisão clássica e linear e esta acessível pelo digital é que a primeira era caduca e mortal e a pós-televisão é imortal.» Tendo em vista a frase acima, objeto de [uma] consulta [anterior], gostaria de saber se é possível a classificação das orações como se segue: «Uma das grandes diferenças entre a televisão clássica e linear e esta acessível pelo digital» – sujeito; «que a primeira era caduca e mortal e a pós-televisão é imortal» – orações coordenadas entre si, com função de predicativo do sujeito referido acima. Seriam orações predicativas coordenadas. Obrigado.
«Quem (te/nos/vos/lhes) dera» + infinitivo
Sou estudante de português como língua estrangeira. Tenho uma dúvida sobre a estrutura : quem me/te/lhe/nos/vos/lhes dera + infinitivo. Qual das seguintes formas é correta : «Quem te dera viveres numa mansão.» (infinitivo pessoal) «Quem lhes dera viverem numa mansão.» (infinitivo pessoal) Ou «Quem te dera viver numa mansão.» (infinitivo impessoal) «Quem lhes dera viver numa mansão.» (infinitivo impessoal) Pode-se utilizar a forma «Quem ... dera» com todas as pessoas, por exemplo com a forma nos? Obrigado pela sua resposta.
«Há cinco anos» vs. «faz cinco anos»
Há muita gente que tem dificuldade em empregar o verbo haver no sentido de «existir». Não é raro, antes pelo contrário, ler-se, sobretudo nas redes sociais, «Inaugurado "a" 5 anos», ou «li o livro "à" muito tempo». Ora, tenho verificado que alguns escreventes, na dúvida, optam por substituir haver por fazer, tal como os brasileiros. Por exemplo, «inaugurado faz 5 anos», ou «li o livro faz muito tempo». A minha pergunta é: está correcto este emprego do verbo fazer?   O consulente segue a norma ortográfica de 45.
A preposição desde e a locução «sempre que»
Estudando as conjunções subordinativas (norma culta), me deparo com a seguinte informação: a preposição desde (sem partícula que) está arrolada na listagem de conjunções subordinativas condicionais conforme transcrito abaixo: se, salvo se, desde que, exceto se, caso, desde, contanto que, sem que, a menos que, uma vez que, sempre que, a não ser que,… Ainda estranhei a inclusão de sempre que. Será um lapso ou de fato isso existe na língua culta portuguesa? Gostaria, se possível fosse, de uma orientação da parte do Ciberdúvidas.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa