Sentido correlativo e conectivos correlativos
Para eu dizer que há uma oração que possui um sentido correlativo, eu preciso dos conectivos correlativos?
Vi, em um lugar, a pessoa alegando que a oração destacada («José andou E CAMINHOU)» acumula uma ideia de correlação.
Ao meu ver, há um erro de definição.
Obrigado.
Aposto e predicativo do sujeito
Considere-se a frase «O homem, orgulhoso, se considera feliz».
A oração tem dois predicativos: «orgulhoso» e «feliz»?
No caso «orgulhoso» é predicativo do sujeito?
«Feliz» é predicativo do objeto direto?
Obrigado.
Vírgulas com a locução «ou antes»
Nas construções:
«A psiquiatria, ou antes, a psicanálise...»
«É essa a nossa, ou antes, a minha hipótese...»
«Tudo isso será o passado, ou antes, já é o passado.»
a virgulação está correta?
Ou não deveria grafar-se, ao invés:
«A psiquiatria, ou, antes, a psicanálise...»
«É essa a nossa, ou, antes, a minha hipótese...»
«Tudo isso será o passado, ou, antes, já é o passado.»
Muito obrigado.
«Comprar coleção» e «comprar uma peça»
Gostaria que me esclarecessem a seguinte dúvida:
Anexa a um texto, que anuncia uma nova coleção de algo, vem uma hiperligação que leva o/a cliente para a página de compra. Essa hiperligação costuma apresentar habitualmente fórmulas como «Comprar a coleção» ou, de forma mais sintética, «Comprar coleção».
Como o que realmente se espera é que o/a cliente compre um ou alguns artigos de toda a coleção (e não a coleção inteira!), seriam essas fórmulas aceitáveis ou estaria mais correto usar uma preposição como, por exemplo, de, do que resultaria uma fórmula como «Comprar da coleção» (ou seja, «comprar parte dum todo»)?
Agradeço, desde já, a vossa resposta!
A sintaxe do nome vizinho
Na frase «O vizinho do segundo andar é médico» do segundo andar é modificador do nome restritivo ou complemento do nome? Podem explicar o porquê?
Muito obrigada.
A regência de vontade
Sempre usei «ter vontade de», mas tenho visto escrito (e dito) «ter vontade em», o que me soa estranho e até errado.
Tenho razão?
O uso de um como sujeito indeterminado
Em inglês, one pode ser utilizado como pronome, e, em espanhol, uno e una também podem ser utilizados como pronomes.
Creio valer a mesma coisa para um e uma, em português, ou me equivoquei?
No caso, seria (ou será...) usado para indicar «alguém», indefinido, indeterminado ou inespecífico. Ou não é bem assim afinal?
Muitíssimo obrigado.
Locução prepositiva e conjuncional: «apesar de»
Como posso distinguir «apesar de», locução conjuncional, de «apesar de», locução prepositiva?
Muito obrigada.
Estrutura de superfície e estrutura profunda
Qual é a diferença da estrutura de superfície e estrutura profunda nas orações adjetivas? Podem dar exemplos?
Obrigado
Dativo de opinião: «para os meus discípulos»
Na frase, «Muitos vocábulos da língua latina são conhecidos para os meus discípulos», por que «para os meus discípulos» não pode ser agente da passiva?
Os discípulos não estariam fazendo a ação de conhecer?
«Os meus discípulos conhecem muitos vocábulos da língua latina.»
Disseram-me que é objeto indireto num curso que faço, mas ainda não entendi por quê!
Estaria, então, correta a regência «conhecido para alguém»?
