Limpidíssimo vs. limpíssimo
Qual o grau empregado no adjetivo limpidíssimo, já que o superlativo de limpo é limpíssimo?
«Passar pelo Porto» (e não «por Porto»)
Gostaria de saber se há uma explicação para o fato de dizermos:
«O comboio passou pelo Porto», e não dizermos «O comboio passou pela Lisboa», mas, sim, «... por Lisboa». E, então por que não dizemos também «... por Porto»? Precisava de explicar esta diferença a uma aluna chinesa e não consegui encontrar uma justificação clara.
Infanta, um caso particular de feminino
Ainda acerca da polémica causada por Dilma Roussef, que exigiu que a tratassem por "presidenta", julgo ter lido, algures, que as palavras terminadas em e se mantêm inalteradas em função do género. Assim, «o doente»/«a doente», «o tenente»/«a tenente», «o docente»/«a docente». No entanto, sou confrontado, muitas vezes, com «a infanta». Trata-se de uma excepção, ou de uma situação diferente?
O som do dromedário
O camelo blatera. O mesmo poderia dizer-se do dromedário?
Muito obrigado.
A qualidade de «ser esparso»
Desconheço qual o substantivo indicativo da qualidade de ser esparso. A existir ou a ser criado, como deverá(ia) ser à luz das regras morfológicas?
Poder no sentido de «aguentar»: «Não posso com este peso!»
Habituei-me a ouvir, em Coimbra, a seguinte expressão «Não consigo com este peso» (em substituição de «Não posso com este peso»). Eu própria a utilizei e fui corrigida, o que agradeci.
No entanto, pedia o favor de me indicarem se a expressão está realmente incorrecta.
A pronunciação do nomes das letras e e o
Caros consultores, as vogais isoladas e e o têm sempre pronúncia aberta: é, ó? Assim, por exemplo: pronuncio vitamina ê, ou é?
A regência de parecido, novamente
Embora haja uma anterior resposta sobre a regência do verbo parecer, continuo com a dúvida. Devo dizer «Não és nada parecido com o teu irmão» ou «Não és nada parecido ao teu irmão»?
A vírgula com a expressão «mas pronto»
Qual será a maneira correcta de escrever a expressão «mas pronto»?
No seguimento de uma frase do género «Ele quis ir ali, mas, pronto, não deu», entendo que se use uma virgula entre as duas palavras, mas quando a expressão aparece no fim de uma frase, mantemos a vírgula? «Ele era bom naquilo que fazia, mas pronto», ou «Ele era bom naquilo que fazia, mas, pronto»?
Se considerarmos a expressão conforme a dizemos, não terá lógica omitir a vírgula? Como já vi escrito das duas maneiras, com e sem vírgula, tenho essa dúvida.
«De mim mesmo»
Gostaria de saber qual das opções abaixo está correta:
Quero compartilhar fotos de eu mesmo cantando.
Quero compartilhar fotos de mim mesmo cantando.
