A classificação do verbo oferecer
Na frase «O João ofereceu uma prenda», o verbo é transitivo directo, mas o verbo oferecer é transitivo directo e indirecto. Como é que é suposto os alunos classificarem então este verbo? Devem classificar os verbos no contexto das frases em que surgem, ou saber a subclasse dos mesmos, sem se preocuparem com estes exemplos?
A formação da palavra edafoclimático
Gostaria de explicar com algum detalhe a formação da palavra edafoclimático, que é usada frequentemente em agronomia, para descrever as condições de solo e de clima de uma determinada região.
Antecipadamente grato.
Os termos postagem e postado
Sou tradutora de ficção e estou actualmente a traduzir um romance que gira em torno da Internet e da linguagem da Internet. Gostaria de saber se é legítimo usar em português os termos postagem e postado, referentes a comunicações publicadas em blogues e ciberjornais, por exemplo.
Antecipadamente grata.
Se apassivante e se indeterminado no português do século XVI
O verbo soar, no trecho de Os Lusíadas «E como por toda África se soa,/Lhe diz, os grandes feitos que fizeram», deveria estar no plural, pois são os feitos que soam, ou está correcto como está, pois não são os feitos que soam mas sim alguém que os faz soar?
A sintaxe de aferir
Verifico com frequência o uso do verbo aferir da seguinte forma: «Visou aferir do resultado atingido produzida»... parecendo-me, efectivamente, dever ser escrito «aferir o resultado atingido». Qual a forma correcta? Obrigada.
O porquê de o mirandês ter sido considerado língua
Gostaria de saber o porquê de o mirandês ter sido considerado língua e como se chega a esse patamar; e também se o dialecto açoriano poderia ser considerado língua, e, se não, quais os requisitos que faltariam. É porque sinceramente vejo no mirandês distorções de palavras, aquilo que também encontro no açoriano. Ou seja, como é possível adivinhar, a minha questão final seria: se mirandês é língua, porque não o é também o açoriano, ou até o madeirense (embora não esteja muito por dentro desta última)?
Plurais com números romanos
Na minha concepção, quando se usa algarismos romanos com o sentido de numerais ordinais, eles devem ser seguidos de uma palavra no singular. Por exemplo: «II Diretriz» (segunda diretriz), «III Diretriz» (terceira diretriz), «IV diretriz» (quarta diretriz) e assim por diante. Ocorre que algumas revistas e sociedades médica colocam o algarismo romano seguido da palavra no plural («IV DIRETRIZES», «V DIRETRIZES», «VI DIRETIZES») e assim por diante. Resumindo, eu estou certo? O correto é se falar e escrever «V diretriz» e não «V DIRETRIZES»?
O significado da palavra "urnigo"
Em «Tem aí meia dúzia de urnigos, na calada da noite, arquitetando um plano pra "unificação" da língua portuguesa», o que significa a palavra urnigos? Pesquisei em vários dicionários e não encontrei registro.
Mar Cáspio, mar Negro, mar do Norte
Uma vez mais, venho pedir a vossa ajuda para uma questão de maiúsculas.
Julgo que deva escrever-se, por exemplo, «mar Cáspio». Mas quanto a «M/mar do Norte» ou «M/mar Negro»? Nestes casos, a palavra «M/mar» não fará parte do próprio nome? Pelo menos, será normal dizer «o Cáspio», mas não «o Negro», referindo-se ao mar.
Parece-me que, por muito absurdo que possa parecer, se deverá escrever «Já fui ao Mar do Norte, ao mar Cáspio e ao Mar Negro.» Estarei certo?
Desde já, obrigado.
Revisível e revisável
Em referência a uma situação onde os preços ou salários podem sofrer uma revisão, diz-se que os mesmos são "revisíveis", ou "revisáveis"?
Obrigado.
