DÚVIDAS

Sobre o rotacismo na história e na dialectologia do português
Prezada equipa do Ciberdúvidas, agradeço-lhe pelas respostas sempre esclarecedoras e por verdadeiramente manter um intercâmbio entre as diferentes variantes da nossa língua portuguesa. Estou a fazer um trabalho na escola sobre alguns fenómenos fonéticos. Gostaria que, se possível, auxiliassem-me nesta tarefa. Minha professora passou um livro, A Língua de Eulália, de Marcos Bagno, que descreve com uma novela sociolinguística o tema proposto para o trabalho, o rotacismo. Procurei num outro livro, Preconceito Linguístico, de Marcos Bagno também, que descreve apenas o dito fenómeno num ponto que visa apenas o preconceito e a discriminação. Gostaria de uma explicação linguística adequada e uma descrição do fenómeno na língua portuguesa. O que ele é? Ele ocorreu no passado, logo no início da língua? Ocorre hoje? É adequado à língua moderna? Como é a relação deste fenómeno com o preconceito e a discriminação? Desde já, adianto-lhes meus agradecimentos.
As expressões «o que se passa aqui não se passa no Vaticano» e «algo vai mal no reino da Dinamarca»
Podiam-me explicar de onde surgem, e o que significam na realidade, as seguintes expressões idiomáticas, muito utilizadas em Portugal, e que eu não consigo entender correctamente: «o que se passa aqui não se passa no Vaticano» e «algo vai mal no reino da Dinamarca»? Agradecido pelo comentário possível.
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