O conceito de «sociedade civil»
É frequente ouvir e ler na nossa comunicação social a expressão «sociedade civil»!
Mesmo considerando que, por deformação profissional, alguns considerem existir, por exemplo, por oposição à «sociedade civil» uma «sociedade militar», não deixo de considerar que esta terminologia («sociedade civil») não estará muito correcta.
A existência/referência a uma sociedade civil pressupõe que, num mesmo país, existem outras sociedades para além daquela que é o conjunto dos seus cidadãos, que neste caso será a «sociedade portuguesa».
O aumentativo de onda
Qual o aumentativo de onda?
Os advérbios de quente e prevalecente
Bem sei que é uma palavra horrível e cacofónica, mas (tal como a partir do adjectivo frio se forma o advérbio friamente) será possível formar, a partir do adjectivo quente, o advérbio quentemente?
E o advérbio prevalecentemente?
Verbos causativos
O que é verbo causativo?
Alternativas a você e tu
Verifico com bastante frequência, como tradutora e também como revisora, que, perante a impossibilidade de usar você ou tu, a língua não nos apresenta alternativa viável, havendo casos em que a solução de ausência de termo torna difícil entender que nos dirigimos ao leitor, que o sujeito é ele.
Mais do que uma pergunta, sinto que é hora de lançar um desafio aos linguistas: faz falta uma solução educada e não ofensiva para nos dirigirmos ao outro.
Sinto que, na procura por um grau de tratamento polido, nos enrolámos, criando um beco sem saída.
Os deíticos em assentiu e indicou
Gostaria de saber se, no excerto que a seguir apresento, posso considerar os verbos assentiu e indicou deíticos pessoais, mesmo pertencendo à 3.ª pessoa, e porquê.
Ao aproximarmo-nos dos guichés, reparei que, entre a multidão aparentemente informe, se discerniam perfeitamente três filas.
– É esta a fila para a bilheteira?
O homem no fim da fila mais curta assentiu entusiasticamente.
– Sim, sim, por aqui, por favor.
Indicou com um gesto uma outra fila. Muito mais comprida.
A regência de requisitar e solicitar
Qual a regência do verbos requisitar e solicitar? Deve-se dizer «requisitar a V. S.ª que...», ou «requisitar de V. S.ª que...»?
Da mesma forma, quanto ao verbo solicitar, deve-se dizer «solicitar a V. S.ª que...», ou «solicitar de V. S.ª que...»?
Portajar
Em 2004, Tavares Louro defendeu que se deve preferir o verbo portagear e que portajar não se encontra registado nos dicionários da língua portuguesa. Porém, em 2011, num dicionário da Porto Editora, encontrei portajar, e não portagear.
«Devias fazer»
«Devias de fazer» está correto? O de é dispensável e incorreto?
Existem situações em que de deva anteceder o verbo?
Adornar e adernar
Adornar também pode ser usada por adernar no que a navios diz respeito, ou é um erro?
