«Nós, (os) portugueses» e «Eles, (os) alunos»
Gostaria que me esclarecessem as seguintes dúvidas:
Diz-se «Nós, os portugueses,...», ou «Nós, portugueses,...»?
«Eles, os alunos,...», ou «Eles, alunos,...»?
Largueza e largura
Venho pedir esclarecimentos sobre as diferenças que existem entre as palavras largueza e largura.
Procariota, procarionte e procariótico
Tenho algumas questões a respeito do correto uso de algumas palavras próprias da minha área de estudo, a biologia.
Qual a correta distinção entre os termos procariota, procarionte e procariótico?
São utilizados pelos meus professores de forma aparentemente arbitrária.
Orações de um terceto de Camões
Gostaria que me esclarecessem, se possível, a seguinte questão: Como se dividem e classificam as orações presentes neste terceto de Luís de Camões?
Estando em terra, chego ao Céu voando;
num´hora acho mil anos, e é de jeito
que em mil anos não posso achar um´hora.
Montanha, nome comum, ou coletivo?
Montanha é nome comum, ou coletivo?
Continentes e topónimos: maiúscula inicial (AO)
Gostaria de saber se, segundo o novo AO, o nome dos continentes, países e cidades continua a escrever-se com letra inicial maiúscula.
A grafia de fratura e fraturação
Segundo o novo acordo ortográfico, como se deve escrever as palavras fractura e fracturação?
Por exemplo, nas seguintes frases:
«O granito não fractura da mesma forma que o xisto.»
«A fracturação por explosão é usada para o desmonte de rocha.»
Urtiga e ortiga
Gostaria que me esclarecessem do seguinte: aceitam-se as duas grafias, urtiga e ortiga?
O uso do travessão e da vírgula
Gostaria que me explicassem o uso do travessão e da vírgula nesta frase retirada de um concurso público:
«Em metade dos municípios brasileiros, os detritos são despejados em lixões – pontos clandestinos, ou quase, em que tudo é jogado e nada é tratado, ameaçando a saúde dos catadores e da população em geral com a contaminação do solo e dos cursos de água.»
Eu imaginava que o deveria haver duplo travessão em: «(...) em lixões – pontos clandestinos, ou quase –, em que tudo é jogado e nada é tratado (...).»
O gabarito está afirmando que a frase anterior está correta. Qual é a explicação para este uso da pontuação?
A função sintática de me
Gostaria de saber a função sintática do pronome oblíquo átono me na seguinte oração: «Não me aperte o braço.»Pensava que se referia a adjunto adnominal do nome braço, uma vez que posso reescrever: «Não apertes o meu braço.» Entretanto, segundo o gramático Napoleão Mendes de Almeida, em sua Gramática Latina, 19.ª edição, p. 22, não se deve classificar assim o referido pronome. Como poderia classificá-lo segundo as gramáticas normativas de Portugal e do Brasil?
