Sou médico, e tenho visto escrito o termo "biunívoco", mas não o encontro em qualquer dicionário da língua portuguesa. Tal termo existe em português, a par de "unívoco"? Com o significado de "nos dois sentidos"? Se não existir, que palavra poderemos usar com esse significado?
Qual o processo de formação das palavras pontapé, passatempo, clarabóia?
Sei que os verbos "haver" e "fazer" indicando tempo são impessoais.
E quanto ao "passar"?
Vejam-se as frases:
1) Passaram muitos anos.
2) Passaram-se muitos anos.
3) Passou muitos anos.
4) Passou-se muitos anos.
Agradecia se me pudessem dizer quais das frases acima estão certas. Não sei se o verbo é pronominal, se há voz passiva e se "muitos anos" é sujeito ou se é objeto direto.
Afinal, "passar" é pessoal ou impessoal em frases deste tipo?
Sou médico, e gostaria de saber se é linguisticamente possível empregar a expressão "circulação cardiópeta" (com o significado de "em direcção ao coração"), por paralelo com circulação centrípeta (em direcção ao centro). E "hepatopedal" (em direcção ao fígado), como muitas vezes se vê escrito?
Qual(is) das 3 frases abaixo está (ão) corretas? Por quê?
I. É preciso que eles ANSEIEM por dias melhores para a felicidade ser uma realidade.
II. Assim que PROPOREM soluções sérias, não serão mais ridicularizados.
III. As pessoas que VÊEM como importante nossa presença na empresa serão as primeiras a receber o nosso convite.
Relativamente ao plural do substantivo composto "peixe-espada", devo lembrar também que a Gramática de Celso Cunha diz o seguinte: "a) também só o primeiro toma a forma de plural quando o segundo termo da composição é um substantivo que funciona como determinante específico...".
Não estará o termo "espada" a funcionar como determinante específico do primeiro elemento? Não esqueçamos que a referida gramática faz constar entre os exemplos para a referida alínea o composto "manga-espada".
Sendo assim, não seria mais correcto dizer "peixes-espada"?
Eu queria saber, se escrevendo as palavras touro ou toiro, ouro ou oiro, se de ambas as maneiras estão bem escritas ou pelo contrário não.
Obrigado.
Gostaria de saber se existe diferença no emprego do pretérito mais-que-perfeito simples e do composto do indicativo.
Vejam-se as frases:
1) "A aula já começara quando cheguei."
2) "A aula já tinha começado quando cheguei."
Será que haveria diferença, ainda que sutil, entre uma frase e outra? Existiria alguma situação em que tais pretéritos se diferenciariam no sentido da frase, em que este ou aquele sentido fosse exclusividade de um ou de outro?
Obrigado pela atenção.
Gostaria de saber a forma correta de se falar e se escrever: "pedicure ou pedicura"?
Devo dizer: "deixa aqui o guarda-chuva" ou "fica aqui o guarda-chuva".
Grato pela atenção.
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