Termos integrantes, outra vez
Gostaria de saber um pouco mais sobre termos integrantes. Como definição, complementos verbais, complemento nominal, agente da passiva.
Obrigada.
Aguardo ansiosamente sua resposta.
Plural de UFIR
1. Devemos escrever dez UFIR ou dez UFIR'S?
2. Qual o plural de Unidade Fiscal de Referência?
Grato
Referenciar
O verbo referenciar existe? É sinónimo de referir? Pode dizer-se referenciado?
Tresourenses
Como se chamam os habitantes de Tresouras?
Jessica
Podem, por favor, informar a origem do nome "Jessica"? Poder-se-á considerar um nome português?Antecipadamente grata.
Os vírus
O plural de vírus é viruses ou vírus?
Derivação (artificial) de palavras
Tenho uma dúvida concernente à formação de palavras. Segundo a gramática de Celso Cunha, se um vocábulo denota ação ele será derivado de um verbo, e, ao contrário, se denota substância ou estado, ele seria primitivo, e o verbo correspondente, este sim, seria o derivado. Assim, canto, dança e beijo seriam derivados respectivos de cantar, dançar e beija – o que constitui exemplos claros de derivação regressiva. Por outro lado, arquivar, ancorar e azeitar, seriam primitivos de arquivo, âncora e azeite, respectivamente; creio que plantar também seria derivado de planta. A questão é a seguinte: que tipo de derivação é esta última?
É fácil compreendermos que ancorar vem de âncora, mas isto seria uma derivação prefixal? Se sim, por que motivo, já que a terminação "ar" não é exatamente um sufixo, mas antes a junção de uma volgal temática com a desinência modo-temporal de infinitivo. Numa gramática de segundo grau – da qual não me recordo o nome –, verifiquei um exemplo similar aos anteriores em que o "ar" aparece como sufixo.
Afinal, para efeito de derivação de um substantivo para o verbo, nós devemos considerar o "ar" (ou "er" ou "ir") como sufixos? Ou estaríamos efetivamente diante de um tipo de derivação à parte?
E em relação a palavras como "embarcar"? Seria uma derivação parassintética, com os afixos "em" e "ar" – pois aí o primitivo seria barco, não?
Queira perdoar-me o "mail" extenso, mas achei que seria uma dúvida interessante, de um tópico que sempre suscita dúvidas no ensino de segundo grau.
Um abraço e desde já agradecido pela atenção,
Universo, eu sou-te!
Por favor, sei que deve haver bastantes perguntas para vós, e apesar de não haver outras questões ainda respondidas vou-me permitir apresentar mais outra.
As frases:
"É-me estranho a forma como ele escreve."
"Sou-te querido?"
"Foram-lhe cortadas as mãos."
Estão corretas? Os pronomes oblíquos estariam empregues como objeto indireto (como penso)? De contrário, como analisar estas frases sob a luz da regência verbal consonante com os pronomes?
Tudo para contrastar com a frase do fantástico F. Pessoa: "Universo, eu sou-te!".
Este sim, indubitavelmente empregue, o pronome, como objeto direto, e portanto errado, como sugere a gramática normativa. Mas quem vai fazer questão com a genialidade de Pessoa que precisou de heterónimos para extravasar suas inspirações.
A influência do grego e do latim no português
Gostaria de saber sobre a influência das línguas grega e latina no português.
Dígrafo?
Na palavra helicóptero, é correto afirmar que he forma um dígrafo?
