Torres Vedras
Desejava saber por que razão a cidade de Torres Vedras tem esse nome.
Ra-i-nha
Gostava de saber qual é a divisão silábica da palavra rainha.
Comumente / comummente
Na exposição de Ida Rebelo "Falar Português bem ou mal", no ícone O Português na 1.ª Pessoa, a dado passo escreve-se o advérbio de modo "comummente" com um só "m". Até este momento, sempre escrevi com dois "m" uma vez que o adjectivo termina em "m" e a formação para advérbio de modo seria adicionar a terminação "mente". Gostaria que me clarificassem este assunto.
História e estória
Ultimamente comecei a ler e a ouvir a palavra estória quando se refere a histórias correntes do quotidiano...
Estará correcto?
O Festival do Chocolate
Antes de mais obrigada por retomarem este belíssimo serviço prestado a todos quantos continuam a ter dúvidas sobre a língua portuguesa. Gostava de saber a vossa opinião sobre a designação correcta do festival do chocolate realizado há uns tempos em Óbidos. Festival do Chocolate ou Festival de Chocolate? A primeira parece-me mais correcta mas há umas semanas atrás li um artigo num jornal regional indicando a segunda versão como a mais correcta e fiquei em dúvida, apesar de não me parecer que o dito festival fosse feito de chocolate, como dá ideia a segunda designação. Obrigada pela vossa ajuda.
Lenocínio ou “lenocidio”?
Ainda bem que o Ciberdúvidas voltou. Faz falta um local onde se possam tirar dúvidas sobre a correcta utilização da língua e aprender, sempre aprender. A minha dúvida é a seguinte: Tenho ouvido e lido na comunicação social, que determinadas pessoas são acusadas de lenocidio. Os dicionários que consultei referem a forma lenocínio para descrever esta actividade. Qual a forma correcta?
Recém-nascido
Reparei, há tempos, numa opção de um autor de um Glossário em que se contempla a expressão "recém-nascido" como um exemplo de palavra derivada por prefixação. Tendo em conta que "recém" poderá ser considerado um adjectivo (se bem que não usado isoladamente) com sentido autónomo e inequívoco, não poderia esta expressão ser considerada como uma palavra composta?
Confundem-me, ainda, algumas situações de morfemas considerados prefixos mas cujo sentido é mais completo que "in-", "ex-" ou "per-" – como no caso de "mega", "auto", "hiper"... Existe algum tipo de classificação intermédia para estes morfemas que, não sendo utilizados isoladamente têm, no entanto, o comportamento de adjectivos?
Obrigada pela atenção.
Para já…
Gostaria me esclarecessem uma dúvida premente em relação a uma frase escrita, começada por «para já». Poderá essa frase ter uma conotação autoritária, imperativa e não apropriada para, por exemplo um jovem, se dirigir a uma pessoa idónea e/ou de prestígio? O caso vertente passou-se com a minha filha de 12 anos que, necessitando de apoio, num trabalho que está a realizar, se dirigiu por “e-mail” a um amigo meu (logo, muito mais velho que ela), explicando que tinha iniciado o trabalho, no entanto necessitava de alguns esclarecimentos... e continuou: «para já, preciso que me diga qual...». Ora o meu amigo, na sua resposta aproveitou a oportunidade para dizer à menina que nunca mais usasse aquele tipo de frase com ele. Se queria ajuda, muito bem, mas que a teria de pedir de outra forma e não como se falasse com os seus colegas de escola. Tanto a minha filha, como eu própria, demos e damos a esta frase o significado de «por agora/para começar/de momento». Nunca a mesma foi usada de forma imperativa, muito menos ofensiva. Suponho que se o «para já» aparecer no fim de uma frase do tipo «Quero isto para já», aqui sim, estamos perante um tom imperativo/autoritário. Muito agradecíamos (eu e a minha filha) o V/esclarecimento, tão breve quanto possível. Antecipadamente grata.
Atrás / “a trás”
Frase: «O corredor balança um dos membros inferiores à frente do centro de gravidade e o outro a trás deste centro.». Pergunta: "a trás" está bem escrito ou deverá escrever-se "atrás"?
Quilo
A unidade de comprimento no sistema SI é o metro (m). O prefixo kilo (k) significa 1000 (mil). Mil metros em números escreve-se: 1000 m ou 1 km. Dado que a grafia pode mudar, por que razão não adopta a língua portuguesa a grafia "kilometro", que subliminarmente indicaria às pessoas que se trata de uma palavra composta por kilo = mil e metro? Também, do mesmo modo, se a pronúncia deixasse perceber os elementos do composto, não acentuando kiló, a percepção seria ainda mais fácil.
